sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Prólogo e Gancho de Aventura: Dragão do Pico da Ponta Gélida

  Expulso de terras mais ao norte por dragões de maior poder, um jovem dragão branco chamado CRYOVAIN pousou sobre as Montanhas da Espada, reivindicando a cordilheira coberta de neve como seu domínio. Típico de sua raça, CRYOVAIN é estupido e cruel. O dragão patrulha os céus ao redor do Pico da Ponta Gélida, inspecionando seu território enquanto caça por comida e tesouros fáceis. A cada dia que passa, o domínio do dragão cresce, à medida que ele ronda pela região, atacando qualquer coisa que possa pegar com suas garras ou congelar até a morte com seu sopro gélido. Aparições do dragão tem se tornado mais comuns, assim como seus ataques.

 Vários animais e criaturas estão transtornadas pela chegada abrupta de CRYOVAIN. Tal transtorno criou uma migração delas para as partes mais baixas das Montanhas da Espada, gerando problemas para às comunidades e aos arredores da vila mineradora de Fandalin.

 Fandalin é uma vila fronteiriça que foi construída sobre as ruínas de um assentamento muito mais antigo. Centenas de anos atrás, a antiga Fandalin era uma vila próspera cuja população, formada por humanos, era grande aliada de seus vizinhos anões e gnomos. Então, uma horda de orcs varreu a região, devastando o assentamento, e Fandalin foi abandonada por séculos.

 Nos últimos três ou quatro anos, colonos das cidades de Neverwinter e Waterdeep iniciaram o trabalho árduo de recuperar as ruínas de Fandalin. O novo assentamento agora é lar de fazendeiros, lenhadores, comerciantes de pele e garimpeiros, atraídos pela promessa de ouro e platina aos pés das Montanhas da Espada. A chegada de um dragão branco ameaça acabar com tudo o que eles trabalharam para reconstruir.

Cryovain, o dragão do Pico da Ponta Gélida

 Onde estão os aventureiros?

 Magnus Maha após deixar sua vila e antiga vida para trás, arrumou um emprego com o serviço de transporte de cargas em carroças na Estrada Alta, entre Waterdeep e Neverwinter, conduzindo a carroça com os carregamentos mais diversos. Em seu último serviço, chegou à Neverwinter com um carregamento de móveis para a mudança de um casal que deixara Waterdeep e seguira até Neverwinter. Como não tem muito vinculo com grandes metrópoles, pegou o primeiro serviço para sair de Neverwinter, o transporte de um carregamento de grãos e ferramentas para Fandalin, como para chegar a vila mineradora é necessário sair da Estrada Alta (que já não é muito segura), Magnus terá a companhia de um grupo de aventureiros diferente para acompanhar e dar segurança ao carregamento.

 Stiffel Limer chegou à Neverwinter há menos de uma dezena, vindo de Gnomopólis, com o intuito de chegar à vila gnómica de Jardim do Gnomo. Ao tomar conhecimento de que um carregamento de grãos e ferramentas seriam levados à vila de Fandalin, que fica próximo de Jardim do Gnomo, logo buscou saber se poderia pegar uma carona, porém só aceitaram que ele acompanhe o carregamento se trabalhar como segurança da viagem, e suas habilidades mágicas ajudaram nessa contratação.

 Kayr Orlealtin identificou que sua cabeça logo poderia receber um prêmio por seus trabalhos anteriores ao grupo Filhos de Alagondar, então procurou uma saída rápida de Neverwinter, afim de esperar os ânimos se acalmarem, e se ofereceu para o primeiro serviço de escolta de mercadorias que o tirassem da metropole, com isso ele se juntou à um grupo que faria a segurança de um carregamento que vai à Fandalin. A vida em uma pequena vila pode ser próspera enquanto espera os ânimos se acalmarem em Neverwinter.

 Elrond, filho de Ecthelion, se recuperando das perdas de seus irmãos, recebeu à missão de escoltar um carregamento de grãos e ferramentas destinados a vila de Fandalin. Uma missão um tanto modesta para alguém da Ordem da Manopla, porém a parte do carregamento de grãos é destinado a Daran Edermath, um antigo aventureiro meio-elfo que já fez parte da própria Ordem da Manopla, e Elrond foi convocado pela ordem para garantir a entrega desse carregamento. Uma missão, por menor que ela seja, é uma forma de colocar as idéias em ordem, neste momento.

 Aysche Debre acordou um dia em Neverwinter, sem saber como, mas sabia o porquê. Tinha que chegar até as Montanhas da Espada (que povoavam seus sonhos e visões) para então receber mais instruções de sua deusa, Sêlune. Com apenas poucos pertences e algum dinheiro, Aysche buscou uma forma rápida de chegar às Montanhas da Espada. Conseguiu ser contratada (devido à ser clériga de uma deusa noturna, que pode ser útil em uma viagem de alguns dias) como escolta de um carregamento de grãos e ferramentas à Fandalin, que fica no sopé das Montanhas da Espada. Assim, rapidamente, comprou equipamentos e se preparou para a viagem.

terça-feira, 26 de setembro de 2023

Apresentação de personagem: Magnus Maha

 Magnus era um ferreiro pacato de uma pequena vila nas Montanhas da Espada, ao norte de Waterdeep. A vila fica numa enseada encaixada entre as montanhas, onde o relevo é tão íngreme que seu único acesso é pelo mar, ou literalmente escalando as montanhas. Essa localização é próxima o suficiente de Waterdeep (e até de Neverwinter) para ser atraente aos pescadores, mas isolada o suficiente para ser altamente defensível contra os ataques de orcs, algo extremamente comum à região. É uma região rica principalmente em caranguejos gigantes, que são uma iguaria muito cobiçada pelos nobres de Waterdeep, além de peixes e frutos do mar. Ela foi construída por pescadores locais que descobriram essa enseada em suas viagens pela costa. Até a chegada dos pescadores os únicos moradores da região eram pássaros, animais marinhos, e alguns meio gigantes que habitavam ruínas antigas nas montanhas. Os pescadores e os meio gigantes viviam em paz, com os pescadores fornecendo alimentos aos meio gigantes, e em troca estes forneciam cristais e gemas azuis mineiradas das montanhas e forjavam alguns equipamentos para os pescadores. Essa troca acabou formando um laço de amizade e cultural que resultou em alguns festivais locais celebrados até hoje, roupas e adereços típicos da vila, e em uma rica arquitetura e metalurgia local que utiliza símbolos rúnicos dos gigantes e adornos com as gemas azuis das montanhas. 

 Durante anos a vila se manteve isolada até que atraiu a atenção de pesquisadores que ouviram sobre as ruínas através das histórias dos pescadores. Esses pesquisadores se mudaram para a vila para estudar as ruínas, o que ocasionou em um conflito com os meio gigantes que não aceitavam a presença dos pesquisadores bisbilhotando seus lares e locais sagrados. Após alguns anos tumultuosos, com direito a conflitos armados e a perda de muitas vidas dos dois lados, os poucos pesquisadores sobreviventes foram expulsos da vila sem conseguir desvendar os mistérios das ruínas. O pouco que conseguiram descobrir é que as ruínas se chamavam Rúnaströnd, e que eram um local de poder muito antigo relacionado aos gigantes da tempestade. 

 Séculos se passaram desde então, e a vila seguia isolada mas seus moradores viviam bem devido à renda que conseguem com as joias da montanha e a criação de caranguejos. Magnus vivia com sua esposa e filhos em uma casa de pedra adornada com as runas, seguindo a arquitetura local, como a maioria das casas da vila. Ele costumava visitar Waterdeep e Neverwinter abordo dos barcos dos pescadores para vender suas criações, mas raramente ficava muito tempo fora de casa por saudades de sua família. Sua arte era conhecida pela qualidade do material e delicadeza dos entalhes, que não só deixavam suas criações com um ar elegante e refinado como prestavam a elas uma qualidade quase mística. 

 Em uma de suas viagens ele e seus companheiros foram atacados por kobolds, que queria roubar seu carregamento, mas conseguiram espantá-los sem perdas. Essa situação foi inusitada, já que kobolds não são comuns à região, mas eles não deram muita atenção a isso. Pouco tempo, durante uma grande tempestade, a vila foi atacada por um dragão azul chamado Sparkender, que queria saquear a vila, atraído pelas gemas e cristais azuis pelos quais tem muito apreço. Magnus reuniu os poucos homens que tinham capacidade de ajudar a defender a vila, e atacaram o dragão e seus kobolds. Eles conseguiram matar muitos de seus kobolds, mas restavam poucos homens e parecia que o dragão venceria o combate quando viram reforços descendo as montanhas em direção ao campo de batalha: meio gigantes que foram avisados pelos poucos que conseguiram fugir da vila para procurar refúgio em Rúnaströnd. O dragão viu que com a chegada dos meio gigantes ele não teria como vencer, e decidiu fugir, mas antes fez uma última investida contra o pequeno grupo de locais encurralados soltando uma enorme baforada elétrica. Magnus se posicionou entre o dragão e seus companheiros com o escudo erguido e quase perdeu a vida, mas conseguiu salvar seus companheiros. Magnus acordou alguns dias depois, com uma enorme cicatriz em forma de raio que começava em sua mão esquerda (que segurava o escudo) e atravessava seu corpo até o pé direito (que por estar em uma poça de água formada pela chuva serviu para fechar o contato com a terra), e descobriu que a vila estava ruinas. A maioria das casas foram destruídas, e seus moradores foram mortos, restando apenas poucos sobreviventes que conseguiram correr para Rúnaströnd no início do combate. Infelizmente a família de Magnus não estava entre os sobreviventes. Ele os guarda em sua memória, junto daqueles que caíram em batalha contra o dragão, e sente sua presença diariamente. Após esse incidente, ele não mais conseguia se manter na vila, pelo pesar que sentia nesse lugar, e decidiu se mudar. Saiu em viagem a procura do dragão que destruiu sua vida, e tudo que amava, jurando vingança. O dragão o deixou com uma grande cicatriz em seu corpo, mas a cicatriz mais profunda foi a que ficou em sua mente, sua alma e seu coração. 

Magnus Maha, o bárbaro apátrida.

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

Apresentação de personagem: Aysche Debre

 Aysche Debre cresceu nas águas turbulentas do arquipélago de Korinn, nas Ilhas Moonshae. Vinda de uma família de pescadores, ela rapidamente descobriu sua habilidade de entender o mar e seus caprichos, e de usar as estrelas como um mapa. Ninguém a ensinou; ela simplesmente sabia. Apesar de sair todas as manhãs para pescar com seu pai, o fim de tarde era seu momento preferido do dia. Ela saía com seu barco em direção ao pôr-do-sol, e passava horas navegando em solitude, se guiando apenas pelas constelações. Em uma dessas noites, ela encontrou um barco naufragado em um dos inúmeros corais que circundavam o arquipélago, e resgatou seu capitão e alguns membros da tripulação. Foi um desses náufragos, um clérigo, que a apresentou a Selune, a Donzela da Lua. Aysche não era especialmente religiosa, mas a deusa da lua, das estrelas e da navegação a cativou, e desse dia em diante ela pedia proteção a Selune todas as vezes que saía de barco, e agradecia por sua orientação sempre que voltava ao porto a salvo.

 Até que um dia Selune respondeu.

 Em uma noite de lua cheia, navegando pelos mares ao norte do arquipélago, Aysche sonhou que caminhava com Selune sobre as águas plácidas. Selune dizia que precisava dos talentos de Aysche, para resgatar pessoas perdidas ao mar. Ao acordar, Aysche sentiu algo em seu pescoço: um pendente de pedra da lua, com o símbolo de Selune gravado. No dia seguinte, Aysche se despediu de seus pais e partiu pelas ilhas da Costa da Espada. Guiada pelas visões de Selune, encontrou inúmeros naufrágios e navios perdidos em alto mar, resgatando sobreviventes e levando-os de volta a terra firme. 

 Porém recentemente suas visões mudaram. As pessoas a serem resgatadas não estavam mais em alto mar, mas sim em terra. Aliás, o mar não estava visível nem ao longe em suas visões - apenas montanhas. Apesar de ter navegado por toda a Costa da Espada, desde as ilhas gélidas mais ao norte até as cálidas Ilhas do Sul, Aysche nunca havia pisado no continente. Sua família havia lhe ensinado a desconfiar dos habitantes das terras ao leste das ilhas, e ela não tinha nenhum interesse em entrar continente adentro e se afastar das águas que eram seu lar. 

 Pela primeira vez, Aysche optou por não seguir suas visões. Ela continuou a navegar os mares, porém agora sem a direção de Selune, e não encontrava mais nenhum naufrágio. Seus sonhos intensificaram, e ela passou a ter visões também acordada. Até que um dia, sem saber exatamente como, ela acordou no porto de Neverwinter.

Aysche Debre, Clériga do Crepúsculo, devota de Selune.

sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Apresentação de personagem: Kayr Orlealtin

 Kayr Orlealtin é um elfo silvestre devoto de Mask, o trapaceiro - deus dos ladrões -, que saiu da floresta quando jovem para viver grandes aventuras, e sobreviveu de pequenos golpes ao chegar em uma grande cidade em reconstrução.

 Depois de alguns anos, passou a servir de espião entre a nobreza de Neverwinter, quando seu talento foi reconhecido por um lorde da cidade, que faz parte do grupo dos Filhos de Alagondar (opositores ao Lorde Neverember). Adquiriu, comprou e vendeu diversas informações, até que, recentemente, acabou sendo descoberto e quase perdeu a vida em uma perseguição pelos becos da metrópole. 

 Com o processo de dissolução do grupo dos Filhos de Alagondar, decidiu então seguir jornada com o grupo de aventureiros que conhecera recentemente, esperando abaixar a poeira de tudo que aconteceu antes de retornar, ou encontrar um lugar onde seu futuro brilhante seja mais claro.

Kayr Orlealtin, o Ladino charlatão.

quarta-feira, 20 de setembro de 2023

Apresentação de personagem: Stiffel Limer

 Stiffel Limer é um jovem gnomo dos bosques, que vivia no vilarejo gnômico nas Matas de Neverwinter, chamado Gnomópolis, localizado ao norte do rio que banha a cidade de Neverwinter, e ao sul do Monte Ignágora.

 Ele era filho de um dos conselheiros do vilarejo, porém a ascensão do líder militar dos gnomos, Gnarfell - o Bruto, as coisas começaram a ficar um pouco mais rígidas. Gnarfell assumiu o controle do vilarejo em um momento de crise - uma invasão de licantropos ratos, autodenominados de a Gangue do Bigode, comandados por Zeleen Varnaster.

 Após conseguir expulsar os invasores, Gnarfell não abdicou do poder, encerrando o conselho e ceifando as vidas dos opositores, entre eles a do seu o pai, Faria Limer.

 Stiffel, que é um gnomo afeto a liberdade econômica e livre iniciativa, viu que Gnarfell se tornara um ditador sanguinário, e com a morte do pai e dos opositores do novo regime, sentiu que era hora de deixar Gnomópolis, para sobreviver (tramando um futuro retorno para livrar seus pares do domínio ditatorial e vingar seu pai).

 Buscando chegar à um vilarejo gnômico nos pés das Montanhas da Espada (ao sul de Neverwinter), Stiffel observou a necessidade de parar na grande metrópole de Neverwinter para tentar recuperar fundos para continuar sua viagem. O objetivo é tentar ganhar apoio do vilarejo de gnomos das colinas, o Jardim do Gnomo, para voltar à Gnomópolis com força suficiente para derrubar Gnarfell.

Stiffel Limer, o gnomo mago foragido

quinta-feira, 14 de setembro de 2023

Apresentação de personagem: Elrond, filho de Ecthelion


 Apresentarei os personagens da nossa saga antes de começá-la.

 Iniciaremos com Elrond, filho de Ecthelion.

 Ecthelion é um alto elfo que foi conselheiro na antiga cidade de Leilon, antes da catástrofe que destruiu a cidade. Na tragédia perdeu sua esposa, uma elfa silvestre, mãe de Thalleon e Eclisyon (seus filhos), e se refugiaram na cidade de Neverwinter, assim como vários moradores sobreviventes da tragédia que assolou e destruiu Leilon.

 Com o passar dos anos, Ecthelion virou um burocrata em Neverwinter e viu seus filhos entrarem para a Ordem da Manopla com muito orgulho.

 Após meio século, se relacionou com uma feiticeira humana, relacionamento esse que gerou seu terceiro filho, Elrond, um meio-elfo. Porém o relacionamento fora bem tempestuoso e instável, o que abreviou a relação. A mãe de Elrond o abandonou com o pai, e Ecthelion nunca mencionou o nome da mãe à Elrond (que permanece um segredo até hoje).

 Por conta disso, Elrond foi criado pelo pai, porém sempre sentiu-se meio rejeitado por ele, como se fosse criado apenas por obrigação. Porém seus meio-irmãos eram bem presentes e orientavam Elrond com os conceitos que aprenderam na Ordem da Manopla. 

 Elrond admirava seus meio-irmãos como modelos para ele. Inspirava-se neles, e desejava crescer e ser como eles e fazer parte da Ordem da Manopla.

 Quando a idade permitia, Elrond entrou para a ordem e foi treinado como um Paladino de Helm, uma das divindades admirada pelos meio-irmãos, e prometera à eles em fazer o Juramento dos Anciões, assim como eles. Assim que terminou seu treinamento, foi incluído na ordem da cavalaria que seus meio-irmãos estavam, atuando como um aprendiz, um escudeiro, na Ordem da Manopla. Não via em seu pai os mesmos olhos que ele contemplava seus meio-irmãos, mesmo na ordem sentia-se rejeitado pelo pai.

 Em certa ocasião, ele e seus meio-irmãos, e alguns cavaleiros da Ordem da Manopla saíram em uma missão para confrontarem um culto maligno então liderado por um elfo drow, que havia atacado um acampamento ao sul do Bosque de Nevenunca. Porém, o que parecia ser uma missão simples se mostrou mortal, em quase uma completa devastação, a ordem foi atacada por uma turba de goblinoides, lideradas pelo tal elfo drow, conhecido como Nezznar.

 Foi uma verdadeira carnificina, e Thalleon e Eclisyon se sacrificaram para manter Elrond vivo, para poder escapar.

 Uma vez que fora o único sobrevivente, Elrond retornou à Nevewinter e informou a Ordem da Manopla e informou ao pai sobre o falecimento dos irmãos e as circunstâncias ocorridas. Sentindo o desprezo do pai  no olhar, Elrond retornou ao núcleo da Ordem da Manopla, afastando-se do pai.

 Desde então, na Ordem da Manopla, recebia apenas pequenos trabalhos locais para realizar, enquanto enfrentava o luto pelos meio-irmãos, até que um dia foi designado para realizar um serviço de escolta de uma carga para Fandalin, junto à outros aventureiros que guiariam a carroça com o carregamento.

Elrond, Paladino de Helm, filho de Ecthelion

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Um velho oeste em plena Costa da Espada

 Iniciaremos uma campanha longa conjugando as aventuras (com adaptações) Dragão do Pico da Ponta Gélida, A Irá do Senhor das Tempestades, O Despertar do Dragão Adormecido e Contenção Divina. A expectativa é que os aventureiros joguem do 1º nível ao 11º nível, podendo chegar a níveis mais altos com as side quests.

 O cenário iniciará em Neverwinter, uma das grandes metrópoles (reconstruida) da Costa da Espada, no ano de 1491, Ano do(a) Feiticeiro(a) Escarlate, e seguirá para Fandalin, um pequeno vilarejo em reconstrução, sem muitos recursos de segurança, com sua população convivendo com os perigos do mundo selvagem a sua volta, e, se tudo ocorrer bem, encerrará na cidade (em ruinas) de Leilon, que estará iniciando sua reconstrução.

 Utilizarei este blog como um diário de campanha, com descrição das sessões do jogo, e iniciando com uma apresentação dos personagens (separadamente) para depois começar a conjugar as histórias deles e os feitos deles na aventura.

 Até breve!

 Obs.: Editei o post! Inicialmente iria utilizar os eventos da aventura As Minas Perdidas de Phandelver, porém após repensar a campanha, decidi retirá-la, pois as ideias das aventuras, conjugado com as histórias dos personagens, não encaixaria bem com essa citada.

Sessão 22 e 23: Surge Gorthok, o Javali Trovão

 Então Elrond convenceu os demais à explorar rapidamente o casarão, e ao passarem pelo pátio onde estava a árvore maligna, observaram que el...