No dia seguinte, seguiram para Fandalin, onde encontraram a vila quase deserta, apenas com Daran Edermath (em seu pomar), Adabra Gwynn (no Santuário da Sorte) e Halia Espinheiro (na Corretora de Minérios), que decidiram continuar na vila para não abandonarem seus postos. Daran não queria que o pomar ficasse sem cuidados, Adabra não sairia do Santuário da Sorte para outro lugar que não fosse sua torre, e Halia não queria perder o ponto de comércio dela (que atendia mais viajantes do que as pessoas da cidade). Todos os demais moradores (exceto a Irmã Garaele, que ainda não tinha voltado de sua viagem) haviam se refugiado na Fortaleza Várzea do Machado.
Kayr e foi até a Corretora de Minérios vender alguns dos itens e pedras preciosas que haviam encontrado nos últimos dias, e em conversas com Halia, entendeu suas razões para ficar e que os moradores tinham realmente se refugiado na fortaleza, e se informou mais sobre a localidade Tumba do Dragão e sua lenda de haver uma arma matadora de dragões enterrada lá. Maya e Magnus foram verificar se o prefeito ainda estava na vila, e logo perceberam que não havia outros moradores, além dos três mencionados. Aysche foi ao Santuário da Sorte e encontrou Adabra, que perguntou se tinham conseguido ajudar Elrond com sua moléstia, ficando satisfeita ao saber que haviam retirado a maldição do meio-elfo. Elrond foi ao pomar, onde encontrou Daran e reportou todo o ocorrido com ele e os demais no plano da sombras, contou a história de seu irmão e perguntou se podia ajudá-lo com o transporte do corpo para Neverwinter (assim entregando-o ao seu pai). Daran informou sobre um grupo da Ordem do Olho Dourado que passara por Fandalin para encontrá-lo no dia anterior, mas que haviam saído de volta à Fortaleza de Helm, e que podiam ser encontrados no caminho até lá. Após se reencontrarem, decidiram partir de imediato, dada a demanda de Elrond e que o caminho parecia seguir, segundo informações colhidas por Kayr, para onde se encontrava a Tumba do Dragão.
Durante a viagem, eles alcançaram um grupo da Ordem do Olho Dourado, como Daran havia alertado, que se preparava para acampar à noite. Elrond se aproximou e fez as apresentações. Após uma longa conversa, explicou a situação do corpo de seu irmão e se podiam levá-lo para seu pai, o grupo da Ordem do Olho Dourado se comprometeu em entregar o corpo e dar o recado de Elrond para seu pai. Também conversaram sobre a ordem e sobre a lenda da arma matadora de dragões na Tumba do Dragão, informaram que a entrada da Tumba é desconhecida, porém indicaram que um centauro, chamado Xanth, poderia ajudá-los.
No dia seguinte, os seguidores da Ordem do Olho Dourado deram as indicações do local onde seria a Tumba do Dragão, com rochas lembrando a coluna de um dragão enterrado, assim separando-se do grupo e levando o corpo do irmão de Elrond para Neverwnter. Quando se aproximavam da formação de um terreno que lembrava as cristas costais de um dragão, o grupo avistou um centauro, que se aproximou do grupo informando que o local era mal-assombrado e que deveria deixar a Tumba do Dragão.
O grupo informa que precisa adentra a Tumba, para buscar a arma matadora de dragões, informando da existência do Dragão Branco nas redondezas, Cryovain. Xanth, porém, informa que há mal maiores do que a reles existência de Cryovain. Expôs suas preocupações com o avanço do Culto de Talos, que é o deus da destruição e da tempestade. Segundo Xanth, os avanços do culto traz desequilíbrio maior que de um dragão maligno. Ainda sim, Elrond, Aysche, Maya, Magnus e Kayr argumentam que precisam entrar na Tumba do Dragão para pegar a arma, e que depois o ajudariam com o culto, antes de cuidarem do dragão. Então Xanth indica o local onde luzes noturnas surgem sobre a coluna do dragão, indicando a pedra onde elas surgem, o que sugere que seja a entrada da tumba, porém, com o tardar do dia, preferiram acampar antes.
Durante a noite, os aventureiros observaram que o alto da colina, onde Xanth havia indicado, apresentou um brilho durante a noite, e Kayr ao tentar se aproximar e descobrir o que era a fonte desse brilho, acabou por provocar o desaparecimento do brilho, como se sorvido pelas pedras que imitam espinhas de um dragão. Decidiram então verificar as pedras e encontraram a entrada secreta da tumba.
Na manhã seguinte eles entraram na Tumba do Dragão, que se mostrava uma pequena tumba estreita, que levava a diversas criptas, com armadilhas e fogos fátuos que apareciam e desapareciam da visão dos aventureiros, dando um certo trabalho à eles. Entre tantas criptas eles acabaram encontrando a de Lady Tanamere Alagondar, onde encontraram um lança cravada no crânio de dragão, e ao retirarem a lança do crânio, Elrond foi atacado por um inimigo invisível que gritava para devolver a lança ao seu lugar, após um início de combate à cegas, Aysche lança a magia Fogo das Fadas, e revela a localização do Espreitador Invisível, facilitando o combate e ajudando à destruir o adversário invisível. Durante o combate, Elrond largou a lança no chão para atacar melhor com sua espada.
Encerrado o combate, Magnus pega a lança e fica com ela, olhando para ela com certo desejo e admiração. Após isso seguiram explorando a tumba, até encontraram a ossada de um cavalo de guerra em uma das criptas, que ganhou "vida" e se levantou, sendo atacado pelos aventureiros, que sem dificuldade foi despachado de volta ao chão e sem vida, como estava antes.
Após a exploração da tumba, saíram dela para encontrar o centauro Xanth e cumprir com seu acordo. Magnus dizia que deviam ir direto encarar Cryovain, visto que esse era o objetivo inicial deles ao buscarem a lança, porém o grupo decidiu que o apalavrado com Xanth se sobrepunha ao desejo deles acabarem com Cryovain, que veria seu destino após ajudarem o centauro.
Xanth segue de guia para eles no Bosque de Neverwinter, em dois dias chegariam à Estalagem de Caça do Falcão, e após a primeira noite no bosque, os aventureiros perceberam que Magnus partira no meio da noite. Xanth disse que ele se afastou dos demais quando todos dormiram (ou entraram em transe), levando a lança com ele, e que aparentemente seguiu em direção as Montanhas da Espada.
Os companheiros discutiram se essa atitude de Magnus teria sido por alguma dominância da lança sobre ele, ou se ainda era algum resquício da alteração de comportamento que ele tivera no Plano das Sombras, ou se era uma união das duas alternativas. Os quatro resolveram verificar com Xanth se teria algum problema de irem atrás dele, se afastando do ataque ao Culto de Talos. O centauro lamentou que a palavra deles seria quebrada por ação intempestiva de alguém que os abandonou, e que o mal crescente do Culto de Talos ganharia dimensão maior com esse desvio. Diante disso, decidiram que deviam cumprir com o acordado com Xanth e lidar com o Culto de Talos.
No início da noite chegaram à Estalagem de Caça do Falcão, ou pelo menos o que um dia foi ela. Encontraram a estalagem destruída pelo fogo, com uma análise mais minuciosa, descobriram que fora destruída há uns 2 dias, encontraram o corpo carbonizado de Corwin, empregado do Falcão, e sinais de que uma carroça saíra pouco antes do ataque, possivelmente com Falcão e Linda Kalazorn indo para Fandalin. Identificaram sinais de ataque, possivelmente de orcs, acompanhados de algum porco gigante, que destruíra a cerca que protegia o acesso à estalagem, que agora restava-se em cinzas.
De início lembraram do Casarão no Bosque que deixaram para lidar em outro momento, e dos sinais de que havia orcs nele. Conversaram com Xanth, para saber para onde ele acreditava ser o caminho para o Culto de Talos se reunia, e descobriram que o casarão fica no caminho, com isso decidiram que vão investigar o casarão e seguirão ao local que o centauro os quer levar.
Encerramos a sessão 20 nesse momento.


