quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Sessão 16: Adentrando as Sombras

 Na manhã seguinte, os aventureiros se aproximaram do túnel misterioso, e ao chegarem perto da escuridão dele e fizeram algumas verificações, identificaram que a partir daquela escuridão havia algo mágico que fazia aquela escuridão seguir, porém não identificaram nenhuma conjuração no local. Portanto aquela escuridão era mágica, mas algo natural do local. Elrond sentiu uma aura necrótica vindo da escuridão, mas parecia inofensiva, como se exala-se morte sem causá-la. 

 Decidiram então deixar com Zeleen e seus homens-ratos uma das pedras mensageiras que tinham, para que eles montassem guarda no local e pudessem receber o aviso de quando os aventureiros iriam retornar e garantir que os homens-ratos não seriam surpreendidos por um ataque de seres metamorfos que tivessem tomados seus lugares.

 Aysche fez o ritual de Repouso Tranquilo, para garantir que os dois corpos mortos ao chão não retornassem como mortos-vivos, enquanto estivessem dentro da escuridão. Decidiram que iriam se amarrar uns aos outros para evitar que se perdessem dentro da escuridão, e adentraram as sombras.

 Dentro das sombras, mesmo os que possuíam visão noturna pouco enxergavam a mais de um palmo à frente. Magnus, completamente cego pela escuridão, acendeu uma tocha e, a partir deste momento, conseguia ver a tocha à sua frente, acessa, porém com uma luminosidade extremamente limitada, via suas mãos, braços e tronco, as pernas já ficavam à meia luz. Seus companheiros nem viram a tocha acessa. Conforme adentravam às sombras, sentiam o ar ficando mais grosso, porém sem impactar na respiração, apenas grosso e pesado, sentiam como se pêlos passassem pelos seus corpos, porém não viam esses pêlos por onde passavam. Procuraram paredes do túnel em volta, encontraram sem alterações.

 Conforme adentravam, a escuridão aumentava a quase não poderem enxergar nada mais e o ar ficasse mais pesado ainda, para em seguida começar a diminuir, tanto a escuridão quanto o peso do ar, até que começaram a enxergar o que poderia ser encarado como uma luz no fim do túnel.

 Ao se aproximarem dessa "fonte" de luz, repararam que estavam em uma caverna escura, e que a mesma escuridão que atravessaram se apresentava num ponto da parede atrás deles. Era como se tivessem saído da parede para aquela caverna escura, e a fonte fraca de luz à frente era a saída da caverna, que levava para o lado de fora, que estava escuro como a noite de lua nova. Porém, Elrond sentia um extremo incomodo corporal, suando frio, com coração acelerado, uma salivação extrema, como se a criatura dentro de si quisesse sair. 


 Saindo da caverna, Elrond e Aysche se depararam com a visão que tinham tido quando tentaram magicamente localizar onde estaria o licantropo que lhe causou a maldição, com árvores retorcidas e negras pela noite que se adentrava, tudo que observavam estava cinza ou escuro feito as sombras mais densas, a lua esta quase cheia, ao contrário do que imaginaram, e estava muito mais distante do normalmente ficava e Faêrun. Kayr, que já estivera no Plano Feérico em outra ocasião, observando toda escuridão à volta, e os padrões das árvores, concluiu e comunicou à seus companheiros que eles haviam deixado o Plano Material Primário e pisavam em solo do Plano das Sombras, ou Sombral.

 Magnus pouco via detalhes, tudo parecia bem escuro para ele, só via o céu, a lua distante e sombras do que deviam ser árvores. Maya observou uma estrutura distante à frente, que parecia ser o contorno de sombras de um pequeno forte. Aysche, que de todos enxergava melhor, confirmou que era um pequeno forte.

 Elrond, com seu incomodo corporal e sentidos mais aguçados, sentiu um cheiro conhecido. Era o cheiro de Don-Jon Raskin, não o que encontraram morto na entrada das sombras, mas o que acompanharam até a Mina de Ouro Pé da Montanha. Então teve certeza que eram seres diferentes, haviam dois Don-Jon Raskin, o que morrera 15 dias antes, e o que escoltaram cerca de sete dias antes. Informou a certeza que tivera com o cheiro para seus colegas, assim como informou seu incomodo corporal e indagou-os se deveria retornar para não correr o risco de se transformar em lobisomem e atrapalhá-los. Aysche o tranquilizou, informando que sabia como agir caso ele se transformasse.

 Elrond, com seu incomodo latente, aceitou, e passou a rezar para que Helm lhe tranquilizasse, porém sentiu que Helm deveria estar distante, pois não sentia todo o calor que sua fé trazia naquele local, era algo mais frio e triste. Aysche não comentou com os colegas, mas ela também sentia que Sêlune estava distante, assim como a lua naquele local.

 Decidiram então se aproximarem do pequeno forte à frente, observando se haviam pegadas ou rastros que podiam indicar o que poderiam encontrar. Averiguando com cuidado, mesmo com a pouca visibilidade, conseguiram perceber pegadas de humanoides e licantropos, antigas e pouco mais recentes, mas não conseguiam discernir qual quantidade poderiam encontrar à frente. 

 Ao chegarem até a porta fechada do pequeno forte, Elrond buscou utilizar seus sentidos mais aguçados para escutar e farejar o que podiam encontrar à frente. Havia o cheiro forte de carniça (que até os demais também sentiam), do Don-Jon Raskin e um cheiro familiar, porém não sabia bem de onde, e também ouvia mais ao fundo um ruído de algum animal ou criatura que estivesse roendo um osso.

 Aysche concedeu à Magnus sua visão noturna melhorada, apesar de estar bem mais limitada no Plano das Sombras, era melhor do que não enxergar nada no escuro. Então Magnus entrou à frente e explorou a entrada, junto aos demais que seguiram entrando. Elrond indicou um aposento à frente, onde ouvia o barulho de um animal ou criatura roendo um osso. Kayr seguiu à frente, tentando verificar se havia alguma armadilha no local, quando se deparou com um carniçal grande dentro do aposento apontado por Elrond. O carniçal estava de costas para a entrada e não viu os aventureiros se aproximando, o que foi sua ruína. O aposento estava cheio de restos mortais de várias criaturas, entre elas anões, cães e goblins, porém não tinha passagens para outros locais, assim retornaram para o saguão de entrada, que ainda tinha duas outras entradas, uma para um corredor lateral e um para outro aposento mais para o centro do forte.

 Elrond ouviu mais uma vez o barulho de algo roendo ossos, porém bem mais distante, passando pelo aposento mais ao centro do forte, e indicou ao Kayr, que mais uma vez foi à frente. Passando o aposento seguinte, Kayr seguiu a indicação de Elrond, porém verificou que haviam duas passagens, uma mais para o fundo do forte e outra mais para a lateral do forte, se aproximou da passagem ao fundo. Chegando nessa entrada, observou que parecia ser um salão amplo, que em sua curta visão não conseguia ver o tamanho, porém o cheiro muito forte de carniça e muitos restos mortais espalhados pelo local, sem conseguir precisar até onde ia. E logo à seu lado observou um carniçal se arrastando, quase apenas pele e osso, que estava roendo um osso com ferocidade. Desta vez o carniçal o avistara, porém logo foi destruído pelos aventureiros.

 Como não conseguia ver a amplitude do aposento das carniças, decidiram seguir pela outra passagem para a lateral do forte, e ao se aproximarem da passagem, conseguiram distinguir uma fraca iluminação de um castiçal em cima de uma mesa longa, o aposento aparentava ser um refeitório, e lá dentro encontraram outro carniçal grande, acompanhado de um lobisomem, que os atacaram.

 Após se livrarem das criaturas, com o lobisomem se revelando um goblin infectado com a licantropia, Kayr pega o castiçal no centro da mesa, que parece ser valioso, e aproveita para utilizar a chama acesa para continuarem a exploração do forte. Percebem que não só a luz pouco ilumina, como o som também pouco se propaga. Passando pelo aposento do refeitório, chegam à uma sala de jantar ampla que estava vazia, com três passagens além da que usaram para entrar, uma levando ao fundo do forte, outra para a lateral (que parece ser um corredor) onde tem uma tocha acesa presa na parede, iluminando bem pouco, e outra levando para a parte da frente do forte, para um corredor, que talvez ligue com o corredor do saguão de entrada.

 Magnus aproveita para verificar se a passagem para o corredor na parte da frente do forte, e verificou que realmente liga com o saguão de entrada por um dos lados, porém pelo outro lado, parece levar à um outro aposento, que podem explorar depois. Kayr, buscando ter cuidado, foi verificar o a passagem que levava ao fundo do forte, chegando num aposento escuro, e ao tentar iluminar o local, acabou surpreendido por outro lobisomem que esperava à espreita.


 Surgindo das sombras, o lobisomem ataca Kayr, que consegue fugir com algumas escoriações. Apesar do susto com o ataque vindo das sombras do lobisomem, os aventureiros rapidamente encerram com ele, revelando um hobgoblin infectado com a licantropia. Depois verificam que o aposento tem duas passagens laterais que levam para o centro do forte e uma passagem que leva para o fundo do forte, que parece ser um corredor com uma tocha iluminando fracamente os caminhos laterais. Decidem voltar à sala de jantar, para explorarem um armário que lá está. Dentro dele, encontram 4 gemas que, segundo uma avaliação de Kayr, devem valer umas 50 peças de ouro cada.

 Magnus decide explorar o corredor lateral, onde há uma tocha iluminando fracamente, vê que o corredor leva a dois aposentos, um em cada extremidade do corredor. Ao fundo do forte leva à um aposento com caixões fechados, ao percebê-los, retorna, sem contabilizar quantos eram, mas seriam no mínimo dois. À frente do forte, chega a um aposento que possui diversas teias de aranha, e, aparentemente, liga-se com o outro corredor que leva até o saguão de entrada. Com isso Magnus decide voltar aquele corredor do saguão e confirmar.

 Após confirmado, Kayr adentra o aposento com o castiçal em mãos para queimar as teias de aranha, quando surgem uma ninhada de aranhas das paredes, atacando-o. Kayr se livra de várias aranhas, e retorna ao corredor, com Magnus encerrando com a ninhada, porém, em seguida surge do teto uma enorme aranha, diferente de todas as aranhas gigantes que já encontraram, atacando Magnus, ferindo-o gravemente, injetando veneno nele.

 Apesar da dificuldade de enfrentar a aranha gigante em um estreito corredor, conseguiram derrubá-la e acabar com sua existência. Ao explorarem o aposento em que estava, descobriram os restos mortais de um anão, e com ele havia um diamante grande que deveria valer umas 300 peças de ouro, pela avaliação de Kayr.

 Devido aos diversos combates, com Magnus sendo ferido em vários deles, principalmente após essa aranha gigante venenosa, decidiram retornar à sala da carniça no saguão de entrada e lá recuperarem as forças e tratar dos ferimentos.

 Neste momento encerramos nossa sessão.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

Sessão 15: Na Toca dos Ratos

 Dentro do santuário, os aventureiros ouviam o combate ocorrendo do lado de fora entre ogros e orcs, enquanto isso recuperavam o fôlego e os dois feridos que estavam presos pelos orcs, Uther Grandflaer e um de seus companheiros sobrevivente.

 Enquanto Elrond, Magnus e Aysche tentavam acordar o companheiro de Uther Grandflaer, Kayr e Maya vigiavam o saguão de entrada do templo. Enquanto tentavam acordar o companheiro de Uther, Elrond e Magnus reconheceram um dos símbolos sagrados que ele carragava em seu pescoço: Os três raios de Talos, o deus da destruição e da tempestade. Com isso chamam Aysche para identificar o outro símbolo que ele carregava, e ela reconheceu que era de Lathander, o deus da renovação e do amanhecer. Com seus conhecimentos dos deuses faerunanos, Aysche sabe que alguns devotos dos dois deuses, apesar de parecerem antagônicos, acreditam que um é necessário ao outro, uma vez que a renovação pode preceituar a destruição do anterior.

 Ao conseguirem acordá-lo, ele agradece a ajuda e se apresenta como Saul, um feiticeiro da tempestade que chegou a ser treinado por Uther em estilos de luta, como um guerreiro, porém por conta de suas raízes na feitiçaria, seguiu aprimorando seus dons. Questionado sobre seus símbolos sagrados que carregava, explicou que segue Talos por este ser o senhor da tempestade, e com seus dons mágicos ligados à tempestade, pareceu algo prudente à fazer, porém entende que a divindade é maligna, e então a contrabalance-a com a devoção à Lathander, deus da renovação e do amanhecer, pois depois de toda e qualquer destruição a renovação se tem início. Aysche viu verdade em suas palavras.

 Apesar de Uther e Saul estarem brevemente recuperados, apresentavam sinais de desgaste e exaustão, então pouco conseguiriam ajudar numa eventual luta contra os remanescentes do confronto entre Ogros e Orcs, provocado pelos aventureiros, com a ilusão da coruja. Então resolveram planejar a forma mais segura de enfrentar o desafio adiante, e decidiram tentar atrair a maior quantidade de inimigos para dentro do santuário e derrubar o sino de ouro em cima deles.

 Ao se aproximarem do portão principal do santuário, ouviram um grande barulho batendo à porta, e na sequência muito sangue escorrendo por debaixo da porta. Magnus ouviu, em língua gigante, os ogros comemorando a vitória e informou seus amigos. Decidiram então atraí-los para dentro do santuário para tentar derrubar o sino de ouro em cima deles.

 Maya conjurou a magia levitação em Magnus, que flutuou até o sino e analisou a estrutura, para saber melhor como derrubá-lo com facilidade. Observou como faria e se amarrou no alto da pilastra que estava mais próxima do ponto que planejara. Kayr foi até a porta, e a abriu. Depois se juntou aos demais, no salão principal, se escondendo atrás da porta.

 Maya mais uma vez conjurou vozes chamando os ogros para dentro do templo, atraindo a atenção deles, e assim que olharam para dentro do templo, ela criou a ilusão do líder orc os desafiando, segurando a coruja que iniciou toda a discórdia.

 A armadilha deu parcialmente certo, atraindo dois ogros para dentro do templo, e assim que se aproximaram da área de queda do sino, Magnus derrubou ele em cima das criaturas, matando uma delas e ferindo a outra. Kayr aproveitou para atirar suas adagas psíquicas no ogro sobrevivente, enquanto Aysche atacava com o soar dos mortos na mente do ogro debilitado. Elrond saiu de trás da porta usou o sino caído para lhe dar um impulso e pulou sobre o ogro ferido, rasgando-lhe o tronco arrancando o que restava de vida dele.

Depois, Magnus desce do alto da pilastra e todos saem para confrontar os outros dois ogros que ainda restavam. Ao saírem se depararam com a carnificina da luta entre ogros e orcs, em que os orcs levaram a pior, mas feriram bem os ogros. Os dois demais não ofereceram muita resistência e rapidamente foram derrotados, sem direito à coruja no jantar. Após a luta, Magnus foi buscar a carroça para colocar o sino de ouro e levá-lo com eles, Kayr fez uma breve avaliação e chegou a conclusão que devia valer umas 250 peças de ouro. 

 Na viagem de volta à Mina de Ouro Pé da Montanha, os aventureiros levaram junto à carroça, Uther e Saul, que continuavam a mostras sinais de exaustão, e não encontraram intercorrências. Saul percebe que Kayr tem demonstrado sinais de feitiçaria e resolve ajudá-lo a aprender a controlar e a desenvolver suas habilidades. Apenas na noite anterior que Elrond volta a sonhar com sua maldição, só que desta vez persegue Adabra, e ao apanhá-la, quando está prestes a devorá-la, uma luz forte surge atrás dele, forçando-o a retornar a forma normal, e então percebe que a figura que emana essa luz é um cavaleiro enorme, gigantesco, que ele entende ser uma manifestação de Helm, que vira para ele e diz: Livre-se desta maldição e torne-se um dos meus escolhidos.

 Enquanto isso, Kayr em sua meditação, vislumbra cenas de lutas entre homens-rato e anões, nos corredores da Mina de Ouro Pé da Montanha, como na visão de um dos homens-rato, persegue um dos anões, até que chega perto de um beco escuro, e ao se aproximar da escuridão, Don-Jon Raskin surge da escuridão e o apunhá-la no peito. Kayr desperta da meditação na hora, preocupado se era uma visão ou não de algo que ocorreria, ou já havia ocorrido.

 No dia seguinte, ao chegarem na Mina de Ouro Pé da Montanha, entraram pelo lado dos anões, e lá nada encontraram. Nenhum sinal de confronto ou sangue, apenas o local vazio. Temendo o pior, resolveram ir para a outra entrada, determinados à confrontar os licantropos ratos se tiverem atacados os anões. Quando chegam na entrada, dois homens-ratos os saúdam e pedem que esperem, pois iriam chamar por Zeleen. Assim que a líder deles aparece, ela informa que eles foram atacados pelos anões, liderados por Don-Jon Raskin, e que o confronto se seguiu, porém que haviam prendidos os sobreviventes em uma das cavernas da mina, e que ela os levaria até lá. Quando perguntada se haviam matado os anões, ela se limitou a dizer que mortes ocorreram, mas que prenderam quantos conseguiram, e então os levou até o local da prisão.

 Porém, ao chegarem até a porta que prendia os anões, ouviram gritos de desespero vindos de dentro. Zeleen disse que só haviam anões dentro do local e não entendia o desespero. Ao abrirem a porta, apenas um anão saiu correndo do local, e foi prontamente agarrado por um dos homens-rato, aos gritos de que estavam comendo os demais. Ao olharem para dentro da caverna estreita, viram um enorme verme devorando restos mortais de outros anões.

 Magnus e Elrond logo se adiantaram para atacar a criatura, que escalou para o teto e tentou atacá-los de lá, porém logo teve suas entranhas rasgadas por Elrond, que acabou tomando um banho de gosma do verme.

 Ao confrontarem o anão sobrevivente, descobriram que Don-Jon Raskin os convencera a atacar os homens-ratos, e confessou que os anões vinham roubando parte da produção de ouro da mina, e que queriam expulsar os licantropos para voltarem a lucrar gananciosamente, com a benção do deus da ganância dos anões, Abbathor.

 Magnus informou Zeleen que o santuário havia sido liberado e limpo por eles, e que já poderiam voltar para o refugio anterior deles e que levariam o anão preso para responder pelo roubo da produção da mina. 

 Zeleen informou que ainda queria mostrar algo para eles e os levou pelos corredores da mina. No caminho, Elrond e Aysche perceberam que o caminho lembrava muito o início da visão deles sobre a localidade do responsável pela maldição que atormenta o paladino. Além disso, Kayr percebeu que o caminho era idêntico ao vivenciado no último transe que esteve na noite anterior.

 Ao chegarem próximo a um túnel que escurecia à ponto de nenhum deles enxergar o que viria à 2 metros à frente, Zeleen parou e disse que nesse túnel, ao entrar nessa escuridão nada mais volta, e mostra dois cadáveres no chão. Um deles de uma criança recém falecida e o outro de um homem, já em estado avançado de putrefação, cujo os aventureiros reconheceram como sendo de Don-Jon Raskin.

 Aysche se aproximou do cadáver de Don-Jon Raskin e verificou que ele deve estar morto à uns 10 dias, e Magnus questionou sobre a criança. Zeleen disse que ela era um dos homens-ratos, que perseguia Don-Jon Raskin após o ataque. Magnus perguntou porquê enviar uma criança perseguir Don-Jon, e Zeleen respondeu que apenas ela era adulta no Bando do Bigode, a transformação deixava todos com aparência de homens-ratos adultos.

 Mandaram trazer o anão e perguntaram sobre o cadáver de Don-Jon. Ele demonstrou surpresa com o cadáver e disse que Don-Jon sempre vinha à mina e que estava vivo até dois dias atrás, quando liderou o ataque. Foi perguntado quando Don-Jon tinha vindo antes da última vez, e receberam a resposta de que tinha sido uns 15 dias atrás.

 Orientaram Zeleen e as demais crianças a não se aproximarem daquele túnel, e informaram que na manhã seguinte iriam averiguar esse túnel e depois os escoltariam de volta ao Santuário de Savras, seu antigo refúgio. Aysche fez um Pequeno Refúgio de Leomond para passarem à noite sem perturbações.

 Neste momento encerramos à sessão.

Sessão 22 e 23: Surge Gorthok, o Javali Trovão

 Então Elrond convenceu os demais à explorar rapidamente o casarão, e ao passarem pelo pátio onde estava a árvore maligna, observaram que el...