Após pegarem mais uma tarefa na prefeitura, os aventureiros decidiram conhecer Corretora de Minérios de Fandalin, antes de partirem em direção ao Jardim do Gnomo. Lá conhecerem Halia Espinheiro, dona do estabelecimento, que faz as transações de compra de pedras preciosas encontradas nas diversas minas e cavernas na Montanha da Espada, e decidiram vender as pedras preciosas encontradas no templo anão da ganância. Possuíam 8 (oito) dessas pedras preciosas, e venderam por um total de 80 (oitenta) peças de ouro.
Aysche observou bem Halia, para saber se ela estava sendo honesta em suas avaliações. Halia pareceu ser bem honesta em suas avaliações e interações com os aventureiros, até mesmo tentou comprar o Martelo mágico apresentado à ela, porém a oferta foi recusada.
Antes de saírem em direção ao Jardim do Gnomo, Adabra foi até Elrond agradecer mais uma vez pelo resgate, e presenteou-o o grupo com uma poção de cura, desejando à eles sorte e a proteção de Chautea em sua viagem até os gnomos. Após tudo isso o grupo foi em direção ao Jardim do Gnomo.
O tempo começou a fechar, como se uma tempestade se aproximasse no fim da tarde, quando Maya, que viajava com seus sobreviventes companheiros de navegações, teve seu familiar, um corvo, alvejado por uma flecha, na mesma hora em que começou à ouvir uivos de lobos. Não muito longe dali, os aventureiros também ouviram os mesmos uivos, mas um pouco mais distante.
Com seu corvo morto, Maya e seus companheiros foram emboscados por Goblins montados em Lobos, que saíram dos bosques e os atacaram. Maya recebeu uma espada curta de seus colegas, e começou a fugir, enquanto seus companheiros tentavam atrasar os Goblins e Lobos, ficando feridos e começarem à fugir. Nisso Maya viu duas flechas voarem por sua cabeça e atingir seus dois companheiros, deixando-os mais feridos ainda. Ao olhar de onde vieram tais flechas, dois Hobglobins saem de trás das árvores e vão em direção de Maya, que grita por socorro.
Tal grito foi ouvido pelos aventureiros, que correm em auxílio, pouco antes de ouvirem um forte trovão vir de onde veio o pedido de socorro. Ao se aproximarem viram Maya com uma das mãos apoiadas no chão e dois hobglobins caídos, como se tivesse sido jogados para trás. Entraram em combate para tentar salvar à todos, porém os companheiros de Maya foram mortos logo no início da batalha. Após derrotarem os Hobglobins, Goblins e Lobos, os aventureiros conversaram com Maya, oferecendo auxílio, porém tinham serviços a cumprir antes de acompanhá-la até a Torre da Tempestade, na Costa da Espada, Maya prontamente aceitou, mesmo sendo informada do Dragão que tem preocupado os moradores da região e agitado as criaturas e a fauna local.
Ao investigarem os restos mortais dos goblinóides abatidos, encontraram de valor uma espada de prata, uma adaga de prata e usavam medalhões de Myrkul, o Deus dos Mortos, junto à uma carta, parecida com a encontrada na emboscada Goblins que sofreram um dia atrás, porém agora, Aysche, entendeu que as cartas são assinadas por alguém chamado Blaargh (inicialmente achara estranho tal palavra escrita, parecendo uma onomatopeia, mas agora entendera que é um nome), dizendo para saquearem as caravanas (como na carta anterior) e sequestrarem humanoides (nova ordem nesta última carta).
O Medalhão de Myrkul, o Deus dos Mortos
Aysche fica extremamente incomodada com a idéia de sequestros realizados por devotos do Deus dos Mortos, e diz à seus companheiros que quer investigar isso depois. Neste momento, Elrond revela à seus amigos que reconhece os medalhões, e que já esteve em uma batalha contra um exército de goblinóides que usavam tal medalhão, e que também quer ajudar à investigar. Com isso seguiram viagem até o Jardim do Gnomo.
Ao chegarem no Jardim do Gnomo, eles se depararam com um local diferente do que esperavam, uma cachoeira ruidosa cai sob um pequeno lago que segue à um riacho, com pequenas ilhas com cogumelos vermelhos, verdes e roxos, as paredes da ravina da montanha está com várias cavernas que dão para à cachoeira. Eles esperavam uma cidade mais tradicional, porém encontraram cavernas aos pés da cachoeira que devem levar à tal morada dos gnomos.
As cavernas são pequenas, mas dá passagem ao grupo, exceto pela carroça de Magnus, que fica de fora. Ao adentrarem as cavernas, observam que seus corredores estão escuros, porém cada espaço, que pode ser entendido como um cômodo, estão iluminados por lanternas cuja as chamas são alimentadas por um líquido vermelho dentro de um recipiente de vidro. O primeiro local que encontram com a presença de gnomos é a cozinha, onde há 6 (seis) gnomos presentes, e entre eles está Stiffel Faria, companheiro deles que desistiu de esperar por todos e veio direto ao Jardim do Gnomo, porém aparenta estar bem chateado e desapontado.
Na cozinha, ficam sabendo que o rei Korborz enlouqueceu e trancou-se em seus aposentos junto do outro rei, Gnerkli. Recusando-se a receber qualquer um, fato que chateou Stiffel, que não conseguiu sensibilizar os demais gnomos de sua busca por apoio bélico para destronar Gnarfell de Gnomopolis e contava com a possibilidade de convencer os reis do Jardim do Gnomo.
Kayr foi bem sucinto com os gnomos, pois percebeu que eles não estava muito dispostos a falar sobre o que havia acontecido com o rei Korborz, e perguntou com quem eles podiam falar sobre o assunto que o prefeito Harbin Wester, de Fandalin, solicitou: conseguir um item mágico para auxiliar contra o Dragão. O pessoal da cozinha indicou à ele para procurar por Fibblestib e Dabbledob.
Ao perguntar como encontrá-los, Stiffel disse que leva-os até eles. Com toda a trupe reunida, mais a adição de Maya, os aventureiros seguiram pelos corredores escuros do Jardim do Gnomo, até que chegavam à sala em que ficava a besta automática, uma armadilha que disparava com o peso superiores aos de gnomos, fato que Stiffel não conhecia, só sabia da existência da besta, pois ela era enorme.
Quando Magnus acionou a armadilha, a besta automática começou a disparar suas setas, Magnus e Kayr conseguiram desviar das setas, porém Aysche foi atingida, Maya desviou da segunda e Elrond bloqueou a seta. Ao perceber que a armadilha havia disparado, Stiffel gritou por Facktoré, para ela desarmar a armadilha, o que ela fez assim o ouviu. Ela reclamou de Stiffel por disparar a armadilha e que os amigos dele não eram esperados e que isso atrapalhou a armadilha para pegar o intruso.
Stiffel conversou com o grupo e informou que o rei alegava que havia sido atacado por uma criatura metamorfa, mas muitos diziam que ele estava louco. Stiffel desconfiava da sanidade do rei, pois não institui um sistema de comércio e liberdade econômica em sua cidade. Os demais aventureiros já estavam saturados desse discurso do Stiffel.
Seguindo pelos corredores, os aventureiros foram questionados por outros dois gnomos escondidos, Ulla e Pog, se eles eram quem eles alegavam ser, e se não seriam metamorfos. Sem conseguirem convencer muito sobre suas naturezas não transmorfas, os aventureiros se disporam à tentar ajudar o rei a recuperar a sanidade ou destruir tal metamorfo, se ele existir.
Com Stiffel já cansado dos seus antigos aliados, por desmerecerem suas razões para buscar apoio em sua missão pessoal, abandonou os colegas à própria sorte, antes de passarem pela ponte de cordas ao lado da cachoeira, seguindo em frente sem esperar por eles. Com isso os aventureiros chegaram à uma sala onde lâminas giratórias estavam acionadas, impedindo o avanço de qualquer um, porém Maya usa seus truques mágicos para acionar a alavanca que interrompe as lâminas, permitindo a passagem.
Então eles chegam à uma sala que está uma completa bagunça, encontram Stiffel falando à outros dois gnomos sobre como é importante que eles se juntem à ele na derrubada de Gnarfell, porém os dois gnomos conversam entre si, parecendo ignorar Stiffel, discutindo o que poderiam fazer para ajudar o rei: "Farei um raio de sanidade!" diz um, a outra afirma "não, uma camisa de força!"
Magnus observa que ambos parecem inventores, e Kayr pergunta se eles sabem quem são Fibblestib e Dabbledob, ambos confirmam que são eles. Conversam bastante, Kayr pergunta sobre um item mágico para ajudar contra o Dragão, mas logo percebe que os dois gnomos voltam ao assunto do rei entre eles. Magnus pergunta se eles ajudarem com o problema do rei, se eles os ajudariam com o item, os gnomos concordam relutantemente, e indicam onde está o rei, mas afirmam que ele está trancado em seu quarto e que ele alega ter sido atacado na sala do trono pelo seu tapete ("loucura", afirma Dabbledob).
Rei Korborz e Rei Gnerkli
Os aventureiros dão uma leve vasculhada na sala do trono, fincam uma adaga no tapete, e nada acontece. Como nada encontraram e não queriam revirar a sala do trono sem autorização dos reis, se dirigem até a porta do quarto real e conversam com o relutante rei Korborz. O rei informa que o rei Gnerkli está amarrado e amordaçado na cadeira, para sua própria proteção, pois ele sabe que um metamorfo está transitando pelos corredores do Jardim do Gnomo, e que dois gnomos haviam desaparecido antes dele ser atacado ("por um tapete", ele confirma), e que agora ele tinha certeza de que eles estavam mortos.
Magnus consegue a autorização para fazer uma varredura em todo Jardim do Gnomo atrás do metamorfo, e que poderiam usar tudo que fosse necessário. Porém, pouco depois de conseguir a autorização, antes de chegar à sala do trono para uma varredura maior, eles encontram Pog, que ofegantemente diz que Facktoré desaparecera da sala da besta automática, e leva os aventureiros até lá.
No caminho, Aysche percebe que uma pedra grande que havia no caminho que tinham feito não estava mais lá, e ao chegarem a sala da besta automática, ela também percebeu que uma cadeira não estava mais lá. Antes que pudessem iniciar a busca, outro gnomo chegou ofegante no lugar e informou que um gnomo que durmia no dormitório com ele também sumiu.
Neste momento o grupo se divide, com Elrond e Maya ficando na sala da besta e os demais seguindo até o dormitório, do outro lado da cachoeira. Interrogaram todos os gnomos que lá estavam, perguntaram se havia algo que antes estava lá e não estava mais. Os gnomos sem entender, negaram. Magnus então colocou todos os gnomos para procurarem tudo que não estava no devido lugar e que deveriam procurar por eles se achassem algo.
O desespero dos gnomos era tamanho que à toda hora chamavam eles para mostra algo que antes não estava lá, mesmo que estivesse a muito tempo lá. Com isso o grupo se reuniu e começaram a procurar, até que chegaram à adega, local que eles não haviam ido ainda. Com vários barris de vinho de cogumelos no local, desconfiaram que talvez algum não fosse real e sim o metamorfo, então decidiram cutucar de um em um.
Um mímico se instalou no Jardim do Gnomo.
Quando Magnus chegou perto do 4º barril, o 5º se revelou num Mímico transformado em barril, que o atacou. Após identificado a ameaça, os aventureiros rapidamente neutralizaram e destruíram a criatura, levando a carcaça até o rei Korborz. Este soltou o outro rei, Gnerkli, e agradeceu aos aventureiros, entregando à eles a "Varinha da Pirotecnia" e o "Chapéu da Magia" como pagamento pela destruição da criatura nefasta que aterrorizou o reino deles. Como resolveram o caso do rei Korborz, Fibblestib e Dabbledob deram aos aventureiros um "Amuleto Mecânico" e um "Bastão do Encolhimento", e fizeram, às pressas, uma "Maça Lunar" como arma para ajudar com o Dragão.
Maça Lunar
O rei Korborz e o rei Gnerkli convidaram os aventureiros a participarem do banquete com eles e a passarem a noite como seus convidados.
Ao final desta sessão, Magnus, Kayr, Aysche e Elrond chegaram ao 3º nível de suas classes, e Maya ao 2º nível da sua. Stiffel deixará a equipe para ficar no Jardim do Gnomo para tentar convencer os reis a ajudarem ele a derrubar o tirano Gnarfell do trono de Gnomopolis.







