Durante o jantar no Jardim do Gnomo, os reis Korborz e Gnerkli, agradeceram aos aventureiros e conversaram sobre as ameaças presentes nas Montanhas da Espada, em que os gnomos informaram que, além do Dragão, Licantropos Ratos foram vistos pelas montanhas. Tal informação deixou-os alerta, pois tais criaturas tinham desencadeado os acontecimentos em Gnomopolis, fato que Stiffel Limer não deixava ninguém esquecer.
O ataque da criatura misteriosa, que os aventureiros descobriram que era um Mímico, desviou o foco do Rei Korborz e agitou toda a comunidade do Jardim do Gnomo. Porém com a criatura morta, agora podem se concentrar novamente em preparar armadilhas para esses homens camundongos, caso resolvam pisar no Jardim. O jantar transcorreu normalmente, apenas com o Elrond estranhando a comida e o resto dos aventureiros desgostando da bebida.
A noite prometia ser tranquila, porém o mundo dos sonhos não seguiu essa tendência. Cada um dos aventureiros teve um sonho diferente do costumeiro: Kayr, em seu transe, sonhou com aquele homem com cabeça de coruja que o perturbara, desde que Stiffel conjurara aquela ilusão, perseguindo-o; Maya, em seu transe, sonhou com seu capitão, lembrando-a da promessa de que voltaria assim que ele solicitasse, e que ele precisava dela naquele momento; Aysche sonhou com a lua, em referência à Selune, e uma festa nos bosques, sem nenhum conhecido por perto. Ela decide contemplar a lua, e em sua contemplação percebe que a lua diminui, seu brilho reduz, e ao voltar a olhar para a festa no bosque repara um ar frio, que a festa não existe mais, que as árvores estão todas retorcidas e as pessoas todas desmortas; Magnus sonha com toda sua família e amigos que pereceram no ataque do Dragão Azul, todos o abraçam, e seus companheiros de batalha lhe diz para ficar tranquilo, pois sempre estarão com ele onde quer que ele lute; Elrond sempre sonhara com suas lembranças do ocorrido no dia da batalha que ceifou a vida de seus irmãos e companheiros de Ordem da Manopla, porém nesta noite sonhara com diferenças substanciais, pois em seu sonho atual, Nezznar, o Drow, montava um Lobo Atroz, enquanto comandava um exército de goblinóides em uma emboscada ao pequeno grupo da ordem, e esta carnificina foi bem maior do que ele lembrara, porém, apenas viu um de seus irmãos ser alvejado mortalmente antes de perder a consciência, e ao recobrá-la, estava longe da área de combate e cheio de escoriações. No dia seguinte, apenas Maya comentou o seu sonho com os demais.
Logo cedo partiram em direção à Fandalin, a breve viagem transcorreu normalmente, e na vila foram ao prefeito e deixaram a Varinha de Pirotecnia com ele, pela recompensa de 50 peças de ouro. Depois se dividiram entre o Pomar de Edermath (Elrond), o Santuário da Sorte (Maya e Aysche) e as Provisões de Barthen (Magnus e Kayr). No pomar Elrond recebeu informações de que o exército goblinoide que o atacou está sendo caçado pela Ordem do Olho Dourado, e que estão pela região entre os bosques de Neverwinter e as Montanhas da Espada, e também ficou sabendo que a Manticora que encontraram agora já não faz parte do mundo dos vivos, dois cavaleiros (Gunther e Wilbur) da própria ordem acabou com ela. No santuário, Aysche e Maya reencontraram Adabra, que informou que a responsável pelo santuário (irmã Garaele) tinha viajado à Neverwinter, pois havia recebido uma convocação para lá, e desejou que Chauntea siga protegendo seus salvadores. Já nas Provisões de Barthen, eles foram pegar a encomenda que o prefeito quer enviar ao acampamento dos madeireiros, de seu meio-irmão, Tibor Wester. Lá conheceram Falcão, um dono de uma estalagem no coração do Bosque de Neverwinter, cujo Barthen indicou para auxiliá-los na viagem pelo bosque.
Falcão se mostrou um homem meio rústico, porém bem aberto à auxiliá-los nos bosques, porém avisara que poderia apenas levá-los até a sua estalagem e que de lá poderiam facilmente chegar ao acampamento sem se perderem, só que isso levaria um dia à mais de viagem em relação a irem direto. Com algum receio de se perderem, Kayr convence Magnus acompanharem Falcão. Enquanto a carroça era carregada pelos ajudantes de Barthen (Cardo e Arden), Kayr e Magnus se dirigiram à estalagem Colina Rochosa para esperar todos os demais companheiros para seguirem viagem. Almoçam na estalagem, Toblen mais uma vez agradece aos aventureiros por terem salvo Adabra, e diz que cancelou a hospedagem deles no quarto coletivo, e reservou à eles os quartos individuais à todos, sem acréscimo de valor. No almoço, Elrond parece não apreciar tanto a refeição quanto seus companheiros, sem entender o porquê.
Após o almoço, encontraram-se com Falcão e saíram em viagem pela trilha Trijavali, à noite chegaram à um rancho na trilha que Falcão conhece o proprietário e conseguiu hospedagem no curral para todos eles. A noite foi tranquila, sem intercorrências, apenas Elrond que sonhou com mais um detalhe em relação ao sonho da noite anterior, o que ocasionou sua perda de consciência foi o ataque do lobo que Nezznar montava. Ao acordar, Elrond começa a ficar confuso sobre qual e a real lembrança do ocorrido.
No dia seguinte entraram no bosque de Neverwinter, e perceberam que haviam várias trilhas que pareciam boas a se seguir, porém o Falcão seguia um caminho próprio, e que os aventureiros perceberam ser bem melhor do que as trilhas traçadas, com isso não perdendo tanto tempo no bosque, ao fim da tarde chegaram à estalagem do Falcão, onde jantaram e passaram à noite. Viram a sala de troféus do Falcão, em que uma das paredes havia umas 15 (quinze) cabeças de orcs penduradas.
Logo cedo, na manhã seguinte, os aventureiros seguiram viagem, sozinhos, seguindo o rio, conforme orientações do Falcão. Como se mantiveram sempre próximos ao rio, não se perderam. Ao fim da tarde, eles se depararam com uma situação inusitada, encontraram 4 (quatro) porcos e 1 (um) javali, formando um círculo, como se estivessem em reunião. No momento em que interromperam a "reunião", o javali olhou-os com ar de desconfiança, porém Kayr, achando aquilo muito esquisito, espantou-os para saírem do caminho. Ainda achando estranho, Magnus passou um tempo investigando de onde eles haviam vindo, sendo que os porcos pareciam estar ali há algum tempo e o javali tinha vindo do caminho para onde os aventureiros iam. Depois decidiram seguir em frente.
No início da noite, os aventureiros chegaram ao Acampamento dos Madeireiros, porém tudo estava muito quieto, com as fogueiras apagadas há bastante tempo. Investigaram as primeiras tendas, todas elas vazias, no segundo grupo de tentas, parecia tudo estar igual à anterior, até que o chão começou a tremer muito e um enorme inseto surge do chão, pegando com sua bocarra o Magnus e derrubando outros dois companheiros (Elrond e Maya), logo o combate se inicia, e os aventureiros atacam a criatura, matando-a rapidamente, porém outras duas aparecem, e uma delas abocanhando o Kayr (que agora faz surgir facas psíquicas de suas mãos), e ao tentar puxá-lo para dentro da terra acabou morta por Magnus (que ao atacar as criaturas neste combate, vultos de seus antigos companheiros de batalha, mortos pelo Dragão Azul Sparkender, surgem para atormentar a criatura atingida), salvando Kayr. A última criatura não conseguiu abocanhar ninguém, então jogou um jato de ácido no bárbaro, ferindo-o novamente.
Depois de vencerem tais monstruosidades, procuraram um local seguro, onde acreditavam que não seriam vítimas de novos tremores, encontraram uma elevado que parecia seguro, e lá fizeram um curto descanso para recobrar as energias antes de seguir para uma grande cabana que viram e não tinham entrado ainda.
Ao entrarem na cabana, se depararam com uma sala ampla e uma outra porta trancada que levava à um escritório ou quarto, e ao pisarem nas tábuas da cabana, fazendo barulho, uma voz veio de trás da porta trancada, alertando-os: "Não se mexam!" Diante desta informação, Magnus resolve arremessar armas e ferramentas no meio da sala, buscando atrair o Ankheg que possivelmente lá estivesse, apesar dos protestos de quem estava atrás da porta. Logo o Ankheg causou tremores na casa e rompeu o chão, quebrando as tábuas, porém distante dos aventureiros, com isso sem abocanhar ninguém. Rapidamente os aventureiros deram cabo da monstruosidade, com Elrond arrancando a cabeça da criatura.
Após isso, convenceram quem tava escondido atrás da porta a sair. Tratava-se de Tibor Wester, meio-irmão do prefeito de Fandalin, Harbin Wester, que deu informações do que ocorreu no lugar, e que tudo ocorreu muito recentemente, sem saber o que ocasionou. Nisso Magnus resolveu investigar o acampamento, e encontrou rastros de javali, que se dirigiu até uma ruina no centro do acampamento, e ao se aproximar da ruína, os rastros de javali passaram a ser de algum humanoide, como se houvesse se transformado, chegando à chaminé das ruínas, e lá encontrou, enterrado um totem com um raio desenhado no centro. Levou a descoberta aos demais e relatou sobre o javali transmorfo. Elrond identificou que o totem possivelmente era em homenagem à Talos, o deus maligno do trovão, e que poderia estar atraindo os Ankhegs, e que seria ideal que fosse destruído. Assim o fizeram, e acertaram com Tibor Wester, que se recusou a sair do acampamento, a entrega dos mantimentos e ainda pegaram uma carta para levar a Harbin Wester, para que anuncia-se novas vagas para madeireiros.
Após essa sessão, a personagem Maya alcançou o 3º nível.


