Na manhã seguinte, colocaram no quadro de avisos na prefeitura a proposta de emprego do Acampamento de Madeireiros, do meio-irmão do prefeito, e seguiram para a casa do prefeito, onde recolheram a recompensa pelo transporte dos mantimentos ao seu meio-irmão. Lá informaram que estavam indo à Fortaleza Várzea do Machado, tratar de um assunto particular. O prefeito ofereceu uma recompensa para eles deixarem o local seguro para receber a população de Fandalin, caso o dragão volte a atacar: 250 PO.
Após aceitarem a proposta, se deslocaram até o Empório Escudo Leonino para tentar vender as armas e armaduras dos orcs que invadiram o Rancho Caveira de Manteiga. No empório eles conhecem Linene Grisvento, dona do estabelecimento, que compra parte dos itens dos orcs e se comprometeu a comprar uma das armaduras de placas (por 700 PO), caso eles arrumem ela para tamanho humano, além de indicar a eles tentarem vender as demais armaduras na Corretora de Minérios de Fandalin. Antes de saírem do empório, Arden, um dos garotos que trabalham para Elmar Barthen, os avisa que Adabra quer falar com eles e os aguarda no Santuário da Sorte.
Ao chegarem no Santuário da Sorte eles encontram Adabra, que procura manter alguma distância de Elrond, por estar receosa com sua licantropia, porém os avisa sobre o fato da Fortaleza Várzea do Machado ser um lugar amaldiçoado. Conta aos aventureiros a história sobre uma linda elfa lunar, chamada Syldara, que entrou na fortaleza dos anões como embaixadora, porém, usando sua beleza e carisma, fomentou uma guerra civil entre os anões, ao ser descoberta foi presa e executada. Após sua morte a fortaleza foi amaldiçoada com a presença de um espírito que estava levando os anões à ruína, que decidiram abandonar a fortaleza e sela-la. Desde então a fortaleza está abandonada e que nada de bom vive nas imediações da fortaleza.
Em seguida, seguiram para a Corretora de Minérios de Fandalin, negociar com Halia Espinheiro, que lhes fez a conversão de um lingote de prata, para que Magnus, assim que possível, banhe sua glaive em prata, para enfrentar licantropos, e ela comprou, por 1.500 PO, as 3 armaduras de placas dos orcs que eles ainda carregavam (guardando uma para arrumarem e venderem para Linene Grisvento). Terminado as compras e trocas necessárias, eles viajaram para a Fortaleza Várzea do Machado.
Algumas horas depois, ao se aproximarem da fortaleza, viram que o ambiente em volta era seco, pouca grama, bastante terra e árvores esparsas e com aspecto de mortas, a fortaleza encravada na montanha está com o portão de grade levadiço fechado. Reparam na terra que um grupamento parece ter se dirigido recentemente para a fortaleza, em direção ao portão. Magnus tentou levantar o portão, porém era muito pesado, viram que havia algumas seteiras na fortaleza, porém nenhum deles era capaz de passar pela abertura. Então observaram que, mas no alto das torres laterais, havia umas saídas de chaminés, que pareciam ser grandes o suficiente para passarem.
Maya manda seu familiar, uma coruja, averiguar se as chaminés tem a passagem livre para dentro da fortaleza. Ao adentrar a chaminé, a coruja sai em um cômodo que aparenta estar vazio (tudo isso é compartilhado com Maya de imediato), de repente a visão desaparece e o elo é rompido entre a maga e seu familiar, ou seja: Há algo no aposento.
Com essa informação, Magnus decide escalar a torre e descer pela chaminé, com uma corda amarrada na cintura, para que os outros o sigam na sequência. Ele escala a torre e desce a chaminé sem dificuldades, e ao entrar no aposento que dá a lareira da chaminé, não viu sinais da coruja de Maya, mas observou no teto a presença de 5 morceguinhos (ou que pareciam ser), então puxou a corda para sinalizar aos companheiros para virem, e usou um bastão para tentar bater nos morceguinhos. Porém, assim que ficou de pé, os morceguinhos atacaram-no, revelando-se Stirges (parecem morcegos, porém com um bico longo para fincar e sugar sangue), que rapidamente cravaram seus bicos no corpo de Magnus, causando bastante dano e sugando sangue, ele reagiu com fúria, esmagando com o bastão uma a uma. Assim que seus companheiros desceram pela chaminé, observaram Magnus encerrando a vida das últimas stirges.
Decidiram então verificar as duas portas que tinham no aposento, com Kayr verificando sempre se há alguma armadilha. Na primeira porta encontraram um aposento que havia parte dele desmoronado, tampando qualquer passagem original. Porém havia um pequeno túnel escavado no canto do aposento, que aparentemente leva ao andar debaixo, caso ele tenha um fim. Com isso, retornaram ao aposento anterior e verificaram a segunda porta.
Ao abrir a porta, se depararam com um salão amplo, que levara até as seteiras da torre e parecia se localizar acima do portão de entrada, com frisos no chão e caldeiras que deviam usar óleo quente para se defender de um ataque externo. Observaram também que o local há muitas teias de aranha, e ao olharem para o teto, observaram Aranhas Gigantes começando a perceber a presença deles. Magnus orienta à todos a voltarem ao aposento anterior, e se posicionam na porta para aguardar as aranhas chegarem até eles, uma a uma.
Porém, as aranhas não o seguiram, então Magnus tenta provocá-las atirando uma flecha na mais próxima, e observa que são 8 aranhas gigantes. A provocação dá certo e as aranhas tentam prendê-los nas teias, porém sem sucesso com Magnus, que fica em frente a porta, servindo de tanque de proteção para os demais. Em um momento do combate, Kayr sai do aposento para atacar as aranhas gigantes e tenta se esconder com suas habilidades ladinas, em um momento posterior as aranhas conseguem perceber onde ele se escondia e o cercam sozinho, forçando os demais à tentar salvá-lo. Kayr cai em combate, mas Maya o recupera após um tempo, as aranhas gigantes vão sendo exterminadas uma a uma, mas deixando-os bem feridos.
Após o combate, resolvem retornar ao aposento anterior, trancam as portas e fazem um descanso curto para recuperar as forças para seguir explorando a fortaleza, atrás do responsável que amaldiçoou Elrond.


