Dado o tardar do dia, o grupo de aventureiros decidiu passar à noite na cabana de Tibor Wester. Descartaram os restos mortais do último Ankheg abatido, arrumaram a sala de estar e dormiram, fazendo turnos para vigiar o acampamento. Nesta noite, os aventureiros tiveram sonhos diferentes dos tradicionais:
- Kayr sonhou com o javali que encontraram na floresta, porém quando este se aproxima, vai se transformando em um homem javali, e quando chega próximo de Kayr, transforma-se em um elfo que cair conheceu em seu passado - tirando Kayr do transe que estava;
- Elrond sonhou com sua vingança em cima de Nezznar, e ao cumprí-la, seu símbolo sagrado de Helm brilha na cor dourada, e ao passar suas mãos sobre o símbolo, repara que este está úmido, como se o olho de Helm estivesse chorando;
- Ayshe sonhou que contemplava Sêlune quando nuvens negras fecharam o tempo, tampando a lua e uma tempestade de raios castigou o local que estava;
- Magnus sonhou com um episódio de sua adolescência, em que um amigo o salvou de um porco do mato os atacou de surpresa durante uma caçada, este amigo reforçou que sempre um deve cuidar do outro e conforme conversava, este ia envelhecendo até a idade que Magnus está hoje, e ao dizer que sempre cuidará dele, assume uma forma espectral, pois é um dos seus conterrâneos mortos pelo Sparkender, o dragão azul;
- Maya sonha que está de volta ao navio do seu capitão, o Amante Azarado, quando um raio atinge o mastro principal, colocando fogo no convés, e Maya ao olhar para seu capitão, o vê flutuando no ar, com bolhas saindo de sua boca, como se estivesse embaixo d'água se afogando, apesar de haver fogo por todo lado.
No dia seguinte acordam e vêem que choveu no fim da noite, uma chuva forte, porém nada que impedisse ou retirasse as marcas do javali que tinha virado algum humanóide e plantado o totem no acampamento, que eles acreditam ter atraído os Ankhegs. Decidem então seguir os rastros do javali floresta à dentro.
Após algumas horas, com alguma dificuldade, pois a Mirabel (égua) com a carroça, seguindo os rastros do javali, o grupo escuta algo similar a risadas com latidos vindo de perto, a partir de então eles, assumem o modo furtivo para se aproximar de tal barulho, porém Elrond acaba fazendo muito barulho atraindo a atenção das criaturas.
De cima de uma grande árvore, um gnoll atira flechas em Elrond, enquanto outros três gnolls saltam dela e partem para cima do grupo, com o líder deles gritando o que parece ser palavras de ordem, por mais que os aventureiros escutem apenas risadas e latidos misturados. Sem grandes dificuldades, os aventureiros abatem os gnolls, deixando um vivo para ser interrogado. Interrogar o gnoll, porém, mostrou-se um tanto inútil, visto que a criatura nada parecia saber sobre o javali e era um ser maligno, seguidor de Yeenoghu, um dos lordes demônios do Abismo. Kayr decide tirar a vida de tal criatura vil.
Depois do incidente com os gnolls, os aventureiros continuaram seguindo os rastros do javali, na velocidade possível, e as marcas ficavam cada vez mais difíceis de seguir, até que no fim da tarde perdem os rastros, sem saber onde estão nos bosques de Neverwinter. Maya usa sua familiar para descobrir onde está o rio que seguiram anteriormente, e então tentam seguir no caminho mais direto possível para o rio. Porém, com o avançar da hora, decidem acampar.
A noite parecia transcorrer tranquila, porém, já quase no momento do alvorecer, teias prendem os aventureiros que ainda dormiam, acordando-os presos ao chão (exceto Kayr que estava de guarda). Surgem, então, quatro aranhas gigantes das árvores em volta, atacando as presas que parecem mais indefesas. Mais uma vez os aventureiros acabam com as adversidades e matam todas as aranhas gigantes, sofrendo um pouco mais que com os gnolls, alguns fora envenenados, mas nada de grave.
Após a batalha contra as aranhas, encerramos mais uma sessão.

