Então Elrond convenceu os demais à explorar rapidamente o casarão, e ao passarem pelo pátio onde estava a árvore maligna, observaram que ela parecia menos destruída do que deixaram, dando indícios de regeneração. Durante a exploração, encontraram nos andares superiores um manto, um bastão, um frasco com um pó dentro e um cajado. Também encontraram uma carta destinada a Grannoc, em que solicitava a mobilização das tropas de orcs para um ataque à Estalagem do Falcão.
Para não correrem risco da árvore maldita retornar à vida e atacá-los novamente, encerraram as buscas no Casarão do Bosque e se reuniram com Xanth para seguir até o local onde dizia-se haver rituais à Talos. Porém quando saiam da área que circundava o casarão, se depararam com um exército de orcs liderados por um javali.
Maya, se antecipando e aproveitando que os orcs estavam todos próximos uns dos outros, conjurou uma bola de fogo e jogou em cima deles, ceifando a vida de quase todos eles. O javali, atingido pela bola de fogo também, se revelou um meio-orc, que invocou inços-pragas Espinheiros e Vinhas para auxilia-lo no combate, e em seguida pediu à Talos a benção de seu poder e atirou em direção aos aventureiros um relâmpago poderoso, ferindo alguns deles. Porém, com a horda de orcs praticamente derrotada, o combate não durou por muito tempo, e os inços-pragas foram destruídos sem muita dificuldade, e o meio-orc acabou sendo morto ao fim do combate. Com ele foi encontrado uma poção de cura.
Decidiram então seguir viagem, por mais um tempo apenas, mas imploraram ao Xanth para descansarem, pois estavam esgotados. O centauro, receoso com o tempo que acreditava ser exíguo, aceitou. Aproveitaram para tentar descobrirem sobre os itens que haviam encontrado no casarão. Kayr ficou com o manto da ondulação e com o bastão imóvel e descobriu que o castiçal na verdade era uma espada com lâmina de fogo; Aysche ficou com o pó do desaparecimento; Elrond ficou com a espada com lâmina de fogo que Kayr encontrou, chamada Lumiere (cuja a empunhadura era um castiçal e quando ativada as pequenas velas ascendiam e formavam uma lâmina de fogo); Maya ficou com o cajado do bosque verdejante e com o grimório de magia da elfa maga que era dona do casarão anos atrás.
O grimório, além de magias, também é um diário, datado de 1421 à 1482, com anotações espaçadas ao longo dos anos. Conta o objetivo dela no Bosque de Neverwinter era estudar novos ingredientes para poções e magias. Ela indica ser seguidora do deus Silvanus (Pai da Floresta), apesar de respeitar todo o panteão e entender o equilíbrio que existe as diversas entidades. Ela teve várias companhias de aprendizes, que iam embora após passarem alguns anos com ela aprendendo o que era possível. Ela sempre cita, em cada um, a pressa em aprenderem, sem se preocuparem com o processo. Ela deixa claro que não entende bem a pressa desses aprendizes humanos e halflings. Ela cita as várias vezes do retorno de infestação de licantropos porcos no bosque, que parece sazonal (na verdade com intervalos de 3 a 5 anos entre as infestações). Sempre procurando se manter fora do confronto com eles. Nos últimos 2 anos dos seus registros, ela relata encontros com alguns seguidores do deus Talos, e o aumento de seu séquito. Um de seus últimos aprendizes era um meio-orc seguidor de Talos, chamado Grannoc. No último mês de registro no grimório, ela relata ter sido confrontada, próximo ao casarão, por um grupo de licantropos e que fora ferida. Ela relata ter tentado encontrar uma solução para uma possível maldição de licantropia adquirida. E relata um ódio crescente contra seus últimos aprendizes, exceto Grannoc, que parece entendê-la com a visão de que Talos está abençoando-a com a sua destruição do que ela era para virar algo maior e mais relevante, ao contrário de Silvanus, que a atormentava com a manutenção do equilíbrio. No último relato, ela diz não confiar em mais nenhum de seus aprendizes e que sua condição piorara, porém trazia prazeres antes ignorados por ela, e que deveria se juntar aos demais, mas que nada deixaria a seus conhecimentos aos velhos aprendizes, a quem só desejava a morte.
Após as descobertas, o grupo fez um descanso longo. Durante ele: Elrond sonha enfrentar um pequeno grupo de licantropos javalis e ao empalar um deles, esse volta a sua forma original, revelando ser Magnus; Aysche sonha estar em um pântano, nas proximidades de uma fortaleza aparentemente abandonada, enfrentando mortos-vivos para sobreviver, após derrotá-los, encontra um corpo preso no pântano, segurando a lança que Magnus levou; Maya vislumbra sua antiga embarcação, o Amante Azarado, navegando novamente com seu antigo capitão, e com Magnus à bordo. Quando uma tempestade se forma, do meio dela sai um dragão azul, que Magnus prontamente desafia, apontando a lança que ele levou. O dragão solta um raio, matando Magnus e danificando a embarcação. A fúria da tempestade termina o serviço, afundando o navio; Kayr vislumbra mais uma vez o covil de Cryovain, percebendo que o dragão fareja algo se aproximando, e após isso revê todo o caminho que leva ao covil, com Magnus e mais 4 companheiros (que estão desfocados) iniciando a subida da cordilheira para chegar à Cryovain.
Na manhã seguinte, ao despertarem percebem que ainda está bem escuro, porém, segundo Xanth, já é dia. Ele acredita que o ritual avançou muito e teme que possa ser tarde demais para interrompê-lo, e apressa os aventureiros para seguirem até o Círculo do Trovão.
O grito atraiu a atenção dos orcs e javalis que estavam de guarda, e alertou Maya, Aysche e Elrond. Rapidamente Maya lança outra bola de fogo nos guardas que estavam distraídos com grito de Kayr, ceifando as vidas dos orcs que estavam guardando o monte, porém os javalis, chamuscados, mudam para forma humanóide, revelando-se licantropos javalis.
Aysche, com a escuridão do local, consegue voar à procura de Kayr, há tempo de ver um Monte Verderrante fagocitando o corpo de Kayr, que está bem ferido e aparentemente está sem vida. Informa os seus companheiros e então começa uma batalha para conseguirem chegar perto da criatura e libertar o corpo de Kayr, porém os licontropos javalis não são tão facilmente abatidos, e quando se aproximam da grande planta, ela também é bem forte de se combater.
Este era Gothork, o Javali Trovão, cria de Talos, convocado pelo ritual. Elrond após acabar com o último licantropo, se virava para tentar cuidar do Monte Verderrante, e se deparou com Gothork descendo até eles. Maya, com seus ataques mágicos, conseguiu finalmente destruir o Monte Verderrante, sobrando apenas o Gothork e os meios-orcs, com um deles descendo o morro junto ao grande javali, os dois demais ainda apareciam no topo do monte. Após alguns ataques, Gothork e o meio-orc conseguiram matar Xanth e ferir os demais, porém, Elrond num ataque fulminante destruiu a cria de Talos, gerando uma grande explosão de ar, que começou a clarear o céu. Os meio-orcs decidiram recuar, porém Elrond conseguiu pegar o que estava mais próximo deles e o desmaiou. Os demais escaparam, enquanto amarravam o que Elrond pegou.
Correram até Kayr e Xanth, viram que ambos estavam mortos, porém, Aysche ainda tinha um diamante consigo e o usou para ressuscitar Kayr, que volta dos mortos, sem saber o que ocorrera para ele ser agarrado estando invisível.
Neste momento encerramos a sessão.



















