Na manhã seguinte seguiram pelo caminho que levava-os ao Casarão do Bosque, e conforme se aproximavam do local, eram envoltos à uma névoa que, a cada metro que andavam, ia se adensando mais, escurecendo o local, até mesmo reduzindo a passagem da luz do dia.
Adentrando aquele miasma, Xanth começou a mostrar-se incomodado e proferindo avisos que o ar estava com um cheiro maligno, que a névoa era perigosa. Kayr, com bom humor, desculpou-se por uma flatulência involuntária e jocosa. Quando chegaram ao casarão, mal conseguiam vê-lo sem se aproximar, porém percebia-se que estava escuro e silencioso. Kayr preferiu se aproximar sozinho, esgueirando-se pelo miasma de forma bem silenciosa e furtiva. Percebeu um jardim de abóboras em volta da casa e se defrontou com alguns poucos javalis, assustando-os e os expulsando do local (fugiram para as árvores do bosque).
Ao observar o casarão mais de perto, percebeu que ele estava coberto por vinhas por todos os lados, com as janelas coberta por elas, porém a entrada parecia desimpedida e o silêncio imperava do lado de dentro do casarão. Kayr informa os companheiros, ao retornar para junto deles, que conversam com Xanth sobre explorarem o casarão antes de seguir para o local que ele pretendia levá-los. O centauro recomenda que não demorem com a exploração, pois algo de maligno está presente no ar e o tempo urgia contra eles num possível avanço de rituais dos seguidores de Talos. O tempo é um recurso exíguo naquele momento. Xanth ficou de fora do casarão, pois construções como aquela não eram planejadas para abrigar um centauro.
Adentrar o casarão não melhorou a visão deles, o miasma continuava firme lá dentro. Por dentro, o casarão parecia abandonado, porém haviam sinais de uso recente. Explorando rapidamente a parte mais central do casarão, chegaram à um pátio com um poço, do qual saia uma árvore velha e retorcida, de casco escuro e várias vinhas espalhando-se pelo chão. Aysche resolveu verificar se aquela árvore tinha alguma implicação mágica, e tentou detectar magia nela, entretanto sem identificar nenhum uso mágico nela. Então atravessaram esse pátio e chegaram a um salão escuro e cheio de vinhas, e logo perceberam que havia algo desenhado no chão.
Após Maya e Aysche avaliarem do que se tratava o desenho, chegaram a conclusão que houve um ritual naquele salão para a convocação de uma entidade conhecida como Lorde das Vinhas. Enquanto isso Kayr fora investigar uma lareira que tinha vinhas saindo de dentro dela, e ao se aproximar foi atacado por tais vinhas, que depois formou uma criatura meio humanoide, porém sendo o corpo completamente feito de vinhas.
Enquanto Kayr era atacado, outras 4 criaturas do mesmo biotipo surgiram das paredes dos quatro cantos do salão, e atacaram os aventureiros. Durante o combate com tais pragas em formas humanas de vinhas, surge do teto, atrás deles, uma criatura, que um dia possa ter sido um humanoide, coberto de vinhas e com vários tentáculos de vinhas, com olhos vermelhos, que os atacou brutalmente. Perceberam logo que tratava-se do Lorde das Vinhas.
Em um combate extenuante e quase fatal para alguns, Lorde das Vinhas e seus Inço-Pragas Vinhas foram destruídos, com Elrond arrancando a cabeça do Lorde das Vinhas ao fim, dedicando sua seiva ao deus Helm. Cansados e precisando de um descanso após o combate, decidiram voltar para junto de Xanth e recuperarem as forças.
Contudo, ao tentarem atravessar o pátio da árvore sombria, pequenas criaturas de madeira os atacaram, e na sequência a própria árvore sombria os atacou com suas vinhas. Dado o esgotamento físico, Maya resolveu apelar para uma de suas magias mais poderosas e evocou uma bola de fogo sobre os inço-pragas ramos e na árvore Gulthias, atingindo a todos, porém encerrando a existência apenas das criaturinhas, a árvore sombria continuava ativa, porém bem combalida.
Ao encontrarem Xanth e informá-lo de que precisavam descansar, eles os alertou de que não podiam perder muito tempo mais, contudo era necessário que recuperassem as forças. Após o descanso curto, negociaram com o Xanth para vasculharem os dois aposentos que Aysche tinha apontado. Reticente, o centauro concordou. Ao explorarem o primeiro dos aposentos, que parecia uma velha sala de estudos, encontraram um livro com traços mágicos em um alçapão escondido debaixo do tapete velho, que ficou com Maya.
Depois se deslocaram para um aposento que aparentava ser uma sala de jantar, encontraram um castiçal com velas já no fim, que possuía traços mágicos e cinco bonecos de gravetos que claramente replicavam os aventureiros (ainda quando estavam juntos de Magnus), esses cinco bonecos de gravetos "ganharam" vida e os atacou. Como estavam descansados, os aventureiros não tiveram trabalho algum em acabar com eles.
Neste momento encerramos a sessão.


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