quinta-feira, 26 de outubro de 2023

Sessão 02: O Resgate de Adabra Gwynn

 Logo após falarem com a Cardo, Elrond voltou à Estalagem Colina Rochosa para negociar com Toblen sobre os quartos que contrataram para passarem à noite, pois iriam sair naquele momento para resgatar Adabra Gwynn. Toblen acertou com eles que a pernoite que eles contrataram ficaria como uma reserva para quando eles necessitassem, e deu aos aventureiros um lanche de viagem para se alimentarem naquela noite.

 Então partiram no fim da tarde de Fandalin em direção à morada de Adabra Gwynn. A curta viagem foi tranquila, mas o tempo foi suficiente para adentrarem à noite. Ao se aproximarem do local, observaram que Adabra mora em um moinho de vento ao lado das fundações de uma antiga ruina e ao lado de uma colina em que há pequenos montes de pedras em seu topo.

 Após se identificarem à uma receosa Adabra, foram convidados à entrar e à contar o que faziam por ali e naquele horário. Elrond explicou que foram buscá-la para Fandalin, por ordens do prefeito Harbin Wester, devido à ameaça crescente do Dragão Branco. Porém, Adabra mostrou-se incomodada de deixar sua moradia, onde crescera e fora criada pelos pais (que agora jaziam na colina ao lado - duas dos pequenos montes de pedras indicam o lugar). Devota de Chauntea, Adabra é a parteira local e, apesar de gostar muito de Fandalin, preferia permanecer em sua casa. Mesmo assim ofereceu aos aventureiros o aposento que fica no topo do moinho de vento para passarem à noite. 

 Durante todo estes momentos, Stiffel Limer reclamava constantemente, pois queria ir ao Jardim do Gnomo, porém seus colegas rechaçavam isso e falavam que ele chegaria lá se tivesse calma. Num desses episódios, revelou, sem querer, à Adabra que o prefeito também queria que eles fossem ao Jardim do Gnomo e à Escavação dos Anões. Adabra combinou com eles de conversarem mais no dia seguinte.

 Passado à noite tranquila, Adabra se reuniu com os aventureiros para o desjejum, e Magnus apelou para que ela fosse à Fandalin, nem que fosse por uns 2 (dois) dias, pois o povo da vila gosta muito dela e estavam preocupados com sua segurança. Adabra revelou que pensou durante a noite, e que decidira que iria à Fandalin, porém sabia que eles teriam que passar por outros locais antes de seguirem à Fandalin, e combinou com eles que a buscassem após cumprirem outros compromissos.

Adabra Gwynn, parteira e devota de Chauntea

 Com tudo acertado, os aventureiros decidiram seguir até a Escavação dos Anões, pois era o serviço mais simples, só entregar uma carta. Stiffel Limer seguiu protestando por todo o trajeto, deixando todos bem incomodados com a insistência.

 Chegando ao local, um desfiladeiro que ao final do cânion, há um muro de pedra preta de 6 (seis) metros de altura, no qual há um portão quebrado esculpido, com apenas uma porta de pedra restante, precariamente pendurada por uma dobradiça. Além desse portão, à sombra de uma grande montanha a leste, há um assentamento em ruinas, e tudo está quieto.

 Magnus pede à Stiffel que envie o seu corvo familiar para descobrir se os anões estão vivos e onde estão. O corvo entra no assentamento, e minutos depois retorna, informando que há 2 (dois) anões próximo aos portões do templo. Decidem entrar então, com Kayr chamando os anões, porém sem resposta inicialmente. Ao se aproximarem do templo, escutam como se fossem anões cochichando na sua língua racial, em que nenhum dos aventureiros entendem.

 Kayr mais uma vez chama os anões, que agora escutam e saem de trás de um monte de pedras (que parecem mais entulhos retirados da escavação) surpresos com os visitantes, identificando-se como Dazlyn Cacocinza e Norbus Runaferro. Os aventureiros entregam a carta aos anões, que a lêem. Ao tomarem conhecimento do Dragão Branco, se mostram preocupados com a ameaça, mas também externam que estão precisando de ajuda para finalizar a escavação, pois encontraram o salão de ritual ao deus anão da ganância Abbathor, porém umas gosmas amareladas tentaram atacá-los, e saíram fugidos do salão.


Dazlyn Cacocinza e Norbus Runaferro, anões mineiros.

 Stiffel Limer informou à todos que conhece bem sobre gosmas, e que pela descrição dos anões, deveriam ser Geleias Ogres, pois as demais gosmas não condizem com essa descrição. Informou que tais geleias não são muito suscetíveis à cortes e choques, são lentas, resistem bem à ácidos.

 Então os anões perguntaram à eles se poderiam ajudar, algo que prontamente fizeram. Adentraram o templo, avistaram o salão, porém antes de chegarem lá, encontraram uma porta secreta e decidiram investigá-la. Passaram um um corredor que levou à uma sala parcialmente desmoronada, com um esqueleto de anão que deve ter morrido com o desmoronamento, porém perto de sua mão encontraram um martelo de guerra com empunhadura curta, com pedras preciosas cravejadas nele e uma escritura na língua dos anões na empunhadura.

 Neste momento, Magnus, que segurava o martelo, lembrou que não combinaram com os anões um valor pelo serviço de exploração e eliminação das gosmas. Retornou ao lado de fora do templo para tratar do serviço. Os anões combinaram que as grandes joias cor de esmeraldas que fossem encontradas dentro do templo seria deles, o resto poderia ficar com os aventureiros.

O Martelo encontrado.

 Dito isso, Magnus resolveu mostrar o martelo encontrado aos anões. Dazlyn olhou o martelo e disse que a escritura na empunhadura significava "Ganância é bom", um mantra dos devotos de Abbathor. Norbus informou que o martelo tem propriedades mágicas certamente, pois as joias cravejadas nele dao isso ao martelo, e se retiradas, deixará de tê-las. Porém não sabem informar quais seriam essas propriedades ou o nome do martelo. Magnus resolveu mantê-lo por hora, pois poderia ser útil contra as gosmas.

 Com o valor dos serviços acertados, o grupo volta-se ao salão que ainda não tinham adentrado, lá identificam que o teto está meio molhado e úmido. Com muito cuidado entram nos salão observando o teto, até que encontram 2 (duas) grandes Geleias Ogres entre 2 (dois) pilares. A batalha se irrompe, apesar de alguma dificuldade (Elrond é bem ferido no combate) o grupo derrota as gosmas, derramando-as no chão feito líquido.

As nojentas Geleias Ogres.

 Com a ameaça neutralizada, avisam os anões e passam a investigar o salão atrás de tesouros e das esmeraldas que os anões citaram. Acharam um cofre dentro de um dos pilares, que ao abrir derrubou dezenas de crânios de anões e uma pequena sacola com 15 pedras preciosas dentro, porém nenhuma delas era as tais esmeraldas.

 Desconfiando de uma possível simetria na planta do templo acharam mais passagens secretas que levavam a mais corredores e aposentos. Ao explorá-los encontraram um desmoronamento que tinha uma luz vindo de trás dele, uma luz esverdeada. Os anões ficaram animados, pois poderiam ser as tais esmeraldas que estavam atrás, com isso iniciaram um processo de escavação com ajuda do grupo, fato que agilizou o processo.

 Enquanto liberavam os entulhos, Kayr resolveu seguir com a exploração das demais portas (secretas ou não) encontrados, e em um dos locais, encontrou um desmoronamento que tinha sinais de umidade, lembrando-o do embate com as geleias ogres, que o fez questionar se teriam mais. Então retornou ao local da nova escavação.

 Após escavarem o suficiente para conseguirem passar, encontraram restos mortais de sacerdotes de Abbathor, um deles com uma corrente de prata com a mesma escritura da empunhadura do martelo, então o grupo alcançou um salão todo esverdeado pela luz de uma pedra lembrando uma esmeralda brilhante e enorme, segurada por uma estátua de um anão com chifres. Do lado oposto haviam escombros do que pareciam ser outra estátua (vide a simetria do templo).

 Ao analisar, Kayr achou que poderia haver alguma armadilha na estátua ou na pedra, e Magnus identificou que os escombros da outra estátua eram na verdade de uma explosão e não de desmoronamento. Com isso orientaram aos anões a não encostarem na pedra. Decidiram que Stiffel usaria suas Mãos Mágicas (truque) para remover a pedra da estátua, com todos fora do salão. Assim que as mãos mágicas mexeram a pedra, uma grande explosão se deu no salão, terminando de desmoroná-lo.

 Com os anões tristes pelo não atingimento de seus objetivos, o grupo convenceu eles à retornarem à Fandalin com eles, e decidiram dividir as pedras preciosas encontradas e deram a corrente de prata para eles. Ao sairem do templo observaram que outra Geleia Ogre os seguia, mas como já estavam de saída e a gosma é lenta, decidiram deixá-la para trás.

 Na saída do templo, já com os anões com seus pertences, os aventureiros deparam-se com um grupo de 7 (sete) Orcs, que, ainda distante do grupo, gritaram ferozmente: "Nós queremos esse lugar!!!"

Orcs reivindicando o templo como seu.

 Kayr rapidamente gritou de volta que podiam ficar com o lugar e que só queriam sair de lá. Ambos tentando evitar um confronto desnecessário, porém se resguardando para um eventual ataque do outro, se observaram até que estivessem em pontos opostos. Elrond ainda olhando para trás quando todos já seguiam seus caminhos, percebeu que o último Orc deu uma olhada para os céus, com ar de preocupação, antes de entrarem no templo. Após começarem a sair do cânion, ouviram gritos e sons de armas sendo brandida vindo de dentro do templo. Devem ter encontrado a Geleia Ogre restante.

 Preocupados com os fatos ocorridos o grupo resolveu retornar ao moinho de Adabra Gwynn, para ver se ela estava bem, com protestos cada vez mais altos e incômodos de Stiffel Limer, já estava ficando insuportável.

 Ao se aproximarem das colinas que levavam ao moinho de Adabra, antes de avistarem a totalidade dele, ouviram pedidos de socorro, e era a voz de Adabra. Ao se aproximarem viram que uma criatura grande, com corpo de leão, rabo espinhoso, asas que lembram de dragão e cabeça que lembra um humanoide com juba de espinhos, ou seja, uma Mantícora.

 Ao se deparar com algo que lhe lembra um dragão, Magnus tomado por um medo e raiva incontrolável, sai em fúria em direção à criatura, porém Stiffel, temendo o pior, usa seus poderes arcanos para tentar colocar o furioso colega para dormir. Nesse meio tempo Elrond e Aysche conversam rapidamente sobre o que sabem sobre tal criatura, e decidem conversar com ela para tentar salvarem à todos. Elrond se aproxima e chama a atenção da criatura, perguntando o que ela faz em tal lugar, respondido de imediato com 2 (duas) palavras: Carne! Comida!

A enorme Mantícora querendo se alimentar.

 Sempre muito lacônica, a Mantícora foi respondendo algumas indagações dos aventureiros mas perdendo a paciência e querendo se alimentar. Respondeu que saiu de seu covil por causa do dragão e que tem fome. Não aceita a proposta inicial de ovelhas no dia seguinte, pois a fome é imediata, e carne humanoide faz parte do cardápio e estava fresquinha ali.

 Então, Kayr surge com uma solução, no dia anterior, haviam matado 5 (cinco) Goblins não muito longe dali, que estariam na estrada onde uma árvore cortadas estaria próximo aos corpos, e que seria muito mais carne que a Mantícora conseguiria ali sem necessitar de um enfrentamento. Deu as indicações para ela, que levantou voo e partiu com fome atrás das carcaças dos pequenos humanoides. O grupo resgata Adabra, que implora que a levem para Fandalin.

 Na saída do moinho, após ajudarem Adabra a carregar suas coisas na carroça e colocá-la junto aos anões nesse transporte, sentiram falta de um pequeno companheiro: Stiffel Limer havia sumido, e levara consigo 2 (duas), das 10 (dez), pedras preciosas. Deve ter se cansado de esperar e seguido sozinho para o Jardim do Gnomo.

 Horas depois, no início da tarde, já estavam em Fandalin, deixando os anões na Corretora de Minérios da vila e deixaram Adabra no Santuário da Sorte, seguindo então para a casa do prefeito, Harbin Wester, que não abriu a porta. Ele ouviu os relatos contados por Magnus, que o fez ficar com ainda mais medo, e pagou pelos dois serviços, e informou que havia mais uma tarefa "urgente" no quadro de avisos. Despediu-se dos aventureiros através da porta fechada, gritando "o povo de Fandalin tem uma dívida de gratidão enorme com vocês!" O grupo se dirigiu ao quadro de avisos e pegaram o novo trabalho, e entenderam a urgência: é um serviço ao primo do prefeito. Como é em direção oposta ao Jardim do Gnomo e bem mais distante, decidiram cumprir o outro trabalho primeiro.

 Ao fim desta sessão, todos os personagens passaram para o nível 2.

segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Sessão 01: Uma pequena emboscada à caminho de Fandalin

 Contratados para levar um carregamento em segurança de Neverwinter à Fandalin, o grupo de aventureiros aproveita o comboio de carregamentos pela Estrada Alta para se conhecerem um pouco melhor, sem revelar muito sobre seus passados, porém o suficiente para terem um pouco de confiança entre si.

 Por 3 dias se mantiveram em segurança junto ao comboio que seguia pela Estrada Alta, em direção à Waterdeep, porém ficaram à sós quando viraram na trilha de Javatri, em direção à Fandalin. No quarto dia de viagem, Stiffel Limer avistou, através da visão de seu familiar corvo, árvores bloqueando a estrada alguns metros à frente. Usando seu familiar para explorar o local, observou que a árvore caída era serrada e não por queda natural, inclusive eram 2 pedaços grandes de troncos de árvore serrados.

 Desconfiando de uma emboscada, Stiffel usou uma ilusão menor para causar um estrondo de trovão próximo aos troncos cortados, buscando identificar os prováveis saqueadores que armaram a possível emboscada. Porém o tal estrondo afugentou vários animais do local, causando muito movimento nas árvores e sombras próximas de aves e animais terrestres que se deslocaram para longe.

 Com a certeza de que seriam emboscados, Kayr Orlealtin buscou seguir em frente escondido pelas árvores e matas locais, enquanto Magnus Maha conduziria a carroça, com os demais do grupo ficariam escondidos sob uma manta dentro da carroça, junto ao carregamento.

 Ao se aproximarem dos troncos cortados, mesmo buscando ter atenção a tudo, o grupo começa surpreendido com um ataque de Goblins que se escondiam nas árvores. Magnus Maha de início é ferido por um dos goblins escondidos. A tática dos saqueadores goblins é basicamente atirar uma flecha e se esconderem nas folhagens. 


Emboscada dos goblins

 Logo identificam que se trata de um grupo de 5 (cinco) goblins escondidos em 5 (cinco) árvores, e rapidamente Kayr e Magnus dão cabo dos 2 (dois) mais próximos à carroça. Aysche Debre abençoa parte do grupo com preces à Sêlune. Elrond, calmamente, desloca-se, esquivando-se dos ataques desferidos à ele, em direção à um dos goblins atiradores, encerrando a curta vida da criatura em nome de Helm.

 Stiffel resolve se revelar, e conjura uma imagem silenciosa de um enorme homem com cabeça de coruja correndo em direção à uma das árvores que tem um dos goblins, assustando tal criatura, que ao tentar fugir encontra a morte na lâmina da glaive de Magnus. Então Stiffel, usando seu corvo para ter visão de onde está o último goblin, e ataca-o com um raio congelante, encerrando assim a emboscada armada.

 Magnus, com seu cavalo, desloca as árvores, permitindo a passagem da carroça e seguem viagem. No dia seguinte, na hora do almoço, chegam em segurança à Fandalin, com todo o carregamento. 

 O primeiro local visitado é a loja chamada Provisões de Barthen, onde conhecem o proprietário que dá nome à loja, Elmar Barthen, e dois de seus jovens funcionários, o menino Ander e a garota Cardo. Lá entregam o carregamento de ferramentas, recebem o pagamento de 50 peças de ouro e ficam sabendo para onde devem levar o carregamento de grãos. Durante a entrega das ferramentas ficam sabendo de um rumor sobre algumas pessoas terem avistado um dragão branco voando próximo às Montanhas da Espada.

 Em seguida dirigem-se ao Pomar de Edermath, um guerreiro veterano da Ordem da Manopla, já aposentado. Lá são encontram Daran Edermath, que recebe os grãos, faz o pagamento de 50 peças de ouro, e serve à eles algumas de suas famosas frutas, todas muito bem colhidas. Num breve lanche que fazem com ele, ouvem mais uma vez sobre os rumores do Dragão Branco nas Montanhas da Espada, e as possíveis influências nas criaturas e animais locais. Relatam sobre a emboscada goblin que sofreram, em que Daran desconfia que tais criaturas podem estar em processo de migração pelo aparecimento do tal dragão.

 Após terminarem o lanche, se informam brevemente sobre onde poderiam se hospedar e comer na cidade e partem, exceto Elrond, que decide ficar para conversar com o veterano, uma vez que são companheiros de ordem. Stiffel, desconfiado e curioso do por quê o companheiro de viagens ficou, deixa seu corvo vigiando Elrond, para depois receber as informações.

 Elrond conversa com Daran sobre o acontecido com ele e seus irmãos em uma missão da Ordem da Manopla. Daran demonstra ter conhecimento de tal fato e lamenta as vidas perdidas na batalha que fracassou. Na conversa, Elrond descobre que existe a possibilidade de um de seus irmãos estar vivo, pois não encontraram o corpo e decide que assim que possível irá investigar, e pede à Daran que se alguém da ordem passar por Fandalin, que ele mande um recado à seu pai, Ecthelion (informando que ele averiguará o ocorrido). Daran se compromete à passar tal informação. Tudo foi observado e ouvido pelo familiar do Stiffel, que o informa assim que se encontram.

 Enquanto isso, os demais chegam à Estalagem Colina Rochosa, em que são atendidos por Toblen e sua esposa, que lhes servem bebidas e um porco assado que tem aparência e sabor ótimo. Em conversas com Toblen, tomam conhecimento de que o prefeito local é um covarde, e se trancou em sua casa desde o primeiro rumor do dragão. E de lá, passa suas ordens, missões e orientações para um garoto que prega no quadro de avisos para todos tomarem conhecimento. Também aprendem um pouco sobre a história da vila, e sua reconstrução após séculos de ruinas. E escutam rumores sobre orcs terem descido novamente as Montanhas da Espada, sendo este povo causador da ruina anterior da vila.

 Stiffel em sua gana por vingança contra Gnarfell, tenta de toda forma arregimentar guerreiros para seu plano de reconquista de Gnomopolis. Porém sempre esbarrando no fato de que todos na cidade não tem muito interesse em sair em campanha para uma vila gnômica tão longe de Fandalin, e em suas tentativas de convencimento utiliza um de seus truques de ilusão para fazer fogo sair de suas mãos e quase alcançar o teto da estalagem.

 Este fato assusta diversos clientes de Toblen, e o próprio dono da estalagem, que rapidamente informa que não quer confusão. Rapidamente se despede, oferecendo seus quartos para hospedagem deles, caso se interessem.

 Já no fim da tarde, decidem ir à tal quadro de avisos para ver se há algo de interessante lá, visto que não há previsão um novo carregamento saindo de Fandalin, e, talvez, no quadro tenha algum serviço em que possam lucrar um pouco mais antes de voltarem à Neverwinter. 

 No quadro de aviso encontram 3 (três) trabalhos que podem render boas peças de ouro para o grupo, como: Avisar uns anões garimpeiros sobre os rumores de dragões, que estão em uma escavação nas montanhas à sudoeste de Fandalin (50 peças de ouro pelo serviço); Buscar a parteira local, Adabra Gwynn, que mora fora de Fandalin, em um moinho de vento ao sul de Fandalin, e com um dragão à solta não deveria ficar sozinha (25 peças de ouro pelo serviço); e um serviço que o prefeito, Harbin Wester, pagará 50 peças de ouro aos aventureiros que forem ao Jardim do Gnomo para convencer os gnomos à cederem alguma invenção mágica que ajudar contra o dragão.

 O grupo vendo a possibilidade de faturarem 125 peças de ouro para dividir entre eles, decidem que podem fazer às três tarefas, mas precisam saber onde ficam tais locais, nisso cruzam com a garota, Cardo, que trabalha na loja do senhor Barthen. Ela dá as indicações ao grupo e diz que Adabra é muito querida por toda à vila, que ficariam muito agradecidos se eles à trouxessem em segurança.

Daran Edermath, o veterano aposentado da Ordem da Manopla.

Sessão 22 e 23: Surge Gorthok, o Javali Trovão

 Então Elrond convenceu os demais à explorar rapidamente o casarão, e ao passarem pelo pátio onde estava a árvore maligna, observaram que el...